Governo Lula edita MP para dar aumento de até 24% a policiais do DF, RR, RO e AP

Reajuste será pago em duas parcelas, a primeira neste ano e a segunda em 2026

Estadão Conteúdo

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann, disse que o governo enviará nesta segunda-feira, 1, ao Congresso uma medida provisória (MP) que formaliza o acordo do reajuste salarial para as forças de Segurança do Distrito Federal e das Polícias Militares do Amapá, de Rondônia e Roraima. A MP entra em vigor nesta data, de acordo com a ministra. A informação foi divulgada durante reunião ministerial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta tarde.

Segundo o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, a MP prevê aumento de quase 24% às forças de segurança que têm seus gastos bancados pelo governo federal.

A ministra da Gestão, Esther Dweck, disse que o reajuste será pago em duas parcelas, a primeira neste ano e a segunda em 2026. Ela também afirmou que há diferenças entre as categorias, mas não apresentou detalhes.

Também será enviado ao Congresso um projeto de lei em regime de urgência sobre as carreiras de servidores do Executivo. Gleisi disse que o projeto é resultado de negociações entre o governo e entidades dos servidores e tem 24 iniciativas sobre “reestruturação e ampliação de cargos, reajustes e gratificações e modernização de gestão”.

“Eu tenho certeza que o Congresso Nacional vai tratar com muito carinho essas iniciativas e nós vamos construir esse caminho conjuntamente, como já fizemos em várias matérias que são do interesse do povo brasileiro”, afirmou a ministra da SRI.

Dweck também explicou porque o projeto e a MP serão enviados separadamente. “A MP teve que ser nesta segunda, porque o prazo de vigência do acordo era a partir de 1º de dezembro, por isso precisou essa alteração orçamentária. Já o que está no PL, o prazo de vigência é abril de 26, independente da aprovação da lei orçamentária. Portanto, não poderia ir em uma medida provisória, porque a gente não tem nem a Lei de Diretrizes Orçamentárias aprovada, nem a lei orçamentária”, afirmou.

Durante a reunião, o ministro Ricardo Lewandowski afirmou que a segurança é uma “prioridade absoluta” do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que a medida provisória assinada nesta segunda-feira, 1º, com reajuste para policiais é uma prova disso.

“A segurança pública é uma prioridade absoluta para o nosso governo. Nós estamos trabalhando intensamente em várias frentes para alcançarmos esse objetivo, mas um dos aspectos desse combate à criminalidade e desse aprofundamento de nossas ações no plano da segurança pública é a valorização dos integrantes das forças de segurança. Valorizar não é apenas entregar armas, equipamentos, mas é cuidar de dar-lhes melhores condições de trabalho”, disse Lewandowski.

A declaração foi dada em cerimônia fechada realizada no Palácio do Planalto para assinatura da medida provisória e do projeto de lei. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) divulgou as gravações dos discursos.

STF volta a julgar nesta semana ações que contestam Reforma da Previdência de 2019

CONTRIBUIÇÃO DE APOSENTADOS ACIMA DO TETO ESTÁ NA PAUTA

Entre Vários ítens que serão julgados, um interessa diretamente os Aposentados e Pensionistas do Estado,

Contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas do setor público

A Reforma da Previdência de 2019 também permitiu a cobrança de contribuição de aposentados e pensionistas do funcionalismo que ganham entre o salário mínimo e o teto da Previdência (hoje de R$ 8.157,41). Antes, os inativos do funcionalismo só contribuíam sobre valores que excedessem esse limite.

Os aposentados e pensionistas do INSS, porém, não têm contribuição sobre seus proventos.

Até o momento, Supremo formou maioria para declarar a regra inconstitucional essa contribuição dos servidores inativos abaixo do teto do INSS. Os ministros argumentam que deve haver isonomia no tratamento tributário entre aposentados e pensionistas dos dois regimes — o geral (RGPS, leia-se INSS) e o próprio dos servidores (RPPS).

    Contribuição extraordinária

    Com a Reforma da Previdência, passou a ser permitida a criação de contribuições extraordinárias quando a alíquota cobrada de servidores inativos não for suficiente para cobrir o déficit previdenciário dos entes federativos (União, estados e municípios). Nesses casos, pode ser instituída uma cobrança adicional, calculada com base no déficit atuarial existente.

    Antes da reforma, não havia previsão legal para esse tipo de contribuição.

    Segundo especialistas, a posição atual do Supremo tende a reconhecer que há risco de excesso de tributação, e o Tribunal tem avaliado se os municípios e os estados estão extrapolando o limite do razoável ao criar ou propor essas cobranças adicionais.

    Rodrigo Mohr será o novo presidente do Tribunal de Justiça Militar

    O decano da Corte, Sergio Brum, será o vice-presidente, e a desembargadora Gabriela John, a corregedora-geral

    GZH

    O Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul elegeu nesta quinta-feira (27) os integrantes da Administração para o biênio 2026/2027. O  desembargador militar Rodrigo Mohr será o próximo presidente. O decano da Corte, Sergio Brum, será o vice-presidente. A desembargadora Gabriela John foi eleita corregedora-geral.

    Também integrarão a nova administração os desembargadores militares Fabio Fernandes (ouvidor), Amilcar Macedo (ouvidor substituto) e Maria Moura (ouvidora da mulher).

    A posse da nova Administração ocorrerá no mês de fevereiro de 2026, em data e horário a serem definidos.

    Rodrigo Mohr Picon tem 56 anos, é natural de Porto Alegre. Bacharel em Ciências Militares pela Academia de Polícia Militar, também é graduado em Letras e pós-graduado em Gestão da Segurança pela Ulbra.

    Ingressou na Brigada Militar em 1987.    Comandou o 9° BPM e o 19° BPM, foi subcomandante do 1° BPM e atuou como diretor-adjunto no Departamento de Ensino da Secretaria da Segurança Pública e no Departamento de Ensino da Brigada Militar.

    Foi comandante do Comando de Policiamento da Capital e Comandante-geral da Brigada Militar entre 2019 e 2021, antes de sua indicação ao tribunal pelo governador do Estado,  Eduardo Leite.

    No TJM-RS, dirigiu a Escola Judicial Militar no biênio 2022/2023 e foi corregedor da Justiça Militar no biênio 2024/2025.

    Artigo: O Juiz Militar Orpheu Corrêa

    No mês da Consciência Negra, apresentamos um artigo sobre o primeiro desembargador negro da Justiça Militar do RS, um resgate histórico realizado pelo Desembargador Sergio Antonio Berni de Brum, decano da Corte.

    Sergio Antonio Berni de Brum1

    ORPHEU CORRÊA E SILVA

    O Juiz Militar Orpheu Corrêa e Silva2, incluiu na Brigada Militar em 15 de março de 1933 quando tinha 19 anos. Foi declarado Aspirante Oficial em 31 de outubro de 1941, 2º Tenente em 25 de dezembro de 1942, 1º Tenente em 31 de março de 1950 por merecimento, Capitão em 21 de abril de 1955 por antiguidade, Major em 18 de novembro de 1958 por merecimento, Tenente Coronel em 20 de setembro de 1960 também por merecimento e ao posto de Coronel foi promovido por merecimento em 29 de junho de 1965. Realizou o curso de formação de oficiais em 1941 e o curso de aperfeiçoamento de oficiais em 1957. Formou-se em jornalismo no ano de 1964.

    Resgatamos, pois como gosto de repetir “tiraremos a poeira dos livros históricos, que são fontes primária”, e homenageamos os integrantes da Justiça Militar do Estado em 1967, ano em que o Magistrado Orpheu Corrêa e Silva exerceu a judicatura militar.

    Corte de Apelação

    Assim era composta a Justiça Militar do Estado no ano de 1967, incluindo magistrados e servidores.

    Presidente: Dr. Clio Fiori Druck

    Vice-Presidente: Cel. Raul Oliveira

    Juízes: Cel. José Martins Cel. Orpheu Corrêa e Silva Cel. Octavio Frota

    Diretor-Geral: Dr. Hermilo Galant

    Oficial Judiciário: Dr. Darci Moreira Cardoso

    Auditores

    1ª Auditoria

    1ª Auditor: Dr. Antônio Cézar Alves

    Auditor Substituto: Dr. Júlio André

    Escrivão: Dr. Targino Bidart da Silva

    Oficial Escrevente: Luiz Carlos Quarti 2ª Auditoria

    2º Auditor: Dr. Antonio Frederico Knoll

    Auditor Substituto: Dr. Milton Souza Gonçalves

    Ministério Público

    Procurador de Justiça JME: Dr. João Lyra de Farias

    Promotor Militar da Capital: Dr. Pascoal Serrano Baldino

    Diretoria Administrativa Secretaria Administrativa Cap. José Betat da Rosa, Cap. Lélio Michel Belloto e Cap. Antônio Bastos Costa

    É digno de registro que a época, ano de 1967, a Corte de Apelação da Justiça Militar do Estado (2º Grau) tinha 2 servidores, o Diretor-Geral e o Oficial Judiciário, além disso o 1º Grau integrado pela 1ª Auditoria em Porto Alegre e a 2ª Auditoria em Santa Maria tinham o quadro de 2 servidores e a Diretoria Administrativa continha 3 servidores, ou seja, “toda” a Justiça Militar do Estado tinha 7 servidores. Hoje ela continua com o mesmo espírito republicano da economicidade pois mesmo com a evolução, aumento de competências, criação de duas novas Auditorias, pouco mais de 100 integrantes entre magistrados e servidores compõem esta Justiça Especializada em 2020.

    Feita essas considerações históricas e ao nosso sentir de valor importantíssimo, voltemos pois a história do homenageado, o Juiz Militar Orpheu Corrêa e Silva.

    O Juiz Auditor Orpheu Corrêa e Silva foi eleito Vice-Presidente da Corte Castrense em 27 de dezembro de 1967, sendo Presidente para o biênios 1968/1969 o Juiz Raul Oliveira. Dessa maneira no ano de 1968 assim ficou composta a Corte Castrense:

    Presidente: Raul Oliveira Assis Fontoura de Almeida

    Juiz Togado Substituto: Dr. Antônio Cesar Alves

    Procurador de Justiça: Dr. João Lyra de Faria.

    Consta da Ata de Sessões Extraordinária nº 1119/68 de 23 de novembro de 1968 que tomou posse como Juiz da Corte Castrense o Coronel Nabuco Rodrigues Martins na vaga deixada em razão da aposentadoria do ilustre Juiz Militar Orpheu Corrêa e Silva.

    Quero aqui deixar registrado excertos da exposição de motivos do projeto de lei, proposto pelo saudoso e amigo da Justiça Militar do Estado, Vereador Pedro Américo Leal, em 1999, que denomina praça Coronel Orpheu Corrêa e Silva um logradouro público de Porto Alegre, pois entendo que as justificativas do valoroso deputado sintetizam o pensamento do povo Porto Alegrense sobre nosso destacado e relevante magistrado militar.

    Diz o proponente Vereador Pedro Américo Leal:

    “Imune a corrupção, ocupou por largos anos cargos que geriram vultuosas verbas e manipulavam grandes somas em dinheiro, deles saindo sem mácula alguma, notadamente nos cargos de Chefe do Estabelecimento de Subsistência e no de Diretor da Diretoria de Administração da Brigada. Teve, portanto, oportunidade de provar sua idoneidade e honradez, postando-se sempre acima de qualquer suspeita. Mas foi, sem dúvida, no Comando do Corpo de Bombeiros que encontrou ambiente para executar sua irresistível vocação de ser útil aos seus semelhantes em horas de aflição.

    Pelas mãos da professora Nair Marques Pereira de Almeida, ingressou em 1975, no movimento gaúcho pelo menor (MGM), conhecida e renomada entidade de assistência ao menor carente da Capital, tornando-se desde logo, seu conselheiro. Em 1977, foi eleito Vice-Presidente, cargo que exerceu até 1979. Deste ano em diante, mercê de sua dedicação a causa do menor carente, passou a integrar a comissão de assessoria permanente, que tem como função primordial assessorar a Presidente em questões relevantes.

    Dessa comissão faziam parte também as eminentes damas da sociedade local, Sra. Anita Knijnick e as ex-Presidentes da Entidade, Sras. Ione Pacheco Sirotsky e Maria Luiza Lopes Alves. Concomitantemente o Cel. Orpheu representava o MGM no sindicato das entidades culturais, recreativas, de assistência social, de orientação e formação profissional do Estado do Rio Grande do Sul (SECRASO/RS). Nesse sindicato não foi menos exitosa a sua participação no mesmo ano do seu primeiro contato com o SECRASO, foi eleito suplente de seu Conselho Fiscal, gestão 79/82. Na gestão seguinte, 82/85, foi eleito Vice- Presidente e, na gestão 85/88, foi eleito Secretario, chegando a Presidência do Sindicato em 1988. Concluído seu período presidencial sob aplausos

    Para continuar retirando a poeira do passado dando luz a história que tão galhardamente escreveu o Juiz Militar Orpheu Corrêa e Silva buscamos entrevista concedida ao Jornal Folha da Tarde em 1966, a mais de 54 anos pelo próprio magistrado, onde, com o título “Filho de pedreiro faz andar a máquina da Brigada Militar, o Coronel diz:

    “A cor escura de minha pele jamais exerceu qualquer influência negativa em minha vida. Todas as oportunidades de vencer e progredir na minha corporação me foram proporcionadas. E, eu soube aproveitá-las, embora com sacrifícios e muita luta, é claro”. E repetindo o poeta: “mas o que é a vida, senão uma luta constante!”

    Eis assim fragmentos históricos da belíssima e destacada carreira como Oficial da Brigada Militar, Juiz Militar da Corte de Apelação da Justiça Militar do Estado e do cidadão que se preocupava mais com os outros do que com a si próprio.

    Neste ano em que comemoramos o centésimo segundo aniversário do Tribunal de Justiça Militar Gaúcho, tivemos pois a oportunidade de trazer à atual e futuras gerações o exemplo a ser seguido de homem público, honrado, inteligente, culto, altivo e humano do Juiz Militar Orpheu Correa e Silva que ficou órfão de pai aos 15 anos e como filho mais velho assumiu as responsabilidades de chefe de família. Não posso deixar ao esquecimento que seu pai Laureano Correa e Silva, trabalhou na construção do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho sendo modelador dos detalhes da parte frontal do edifico da frente da Praça Matriz.


    Obrigado Juiz Militar Coronel Orpheu, seu idealismo e espírito fraterno honrou nossa Corte Castrense e se hoje chegamos aos 102 anos é porquê homens com sua visão de futuro, ano após ano a construíram e a fortaleceram. Sem a participação efetiva de V. Exa. como magistrado, não existiria a Corte Castrense. V. Exa. juntamente com todos os integrantes da corte castrense a fizeram respeitada nacionalmente. 

    • 1 Desembargador Militar Sergio Antonio Berni de Brum – Coordenador do Projeto Memória da JME/RS.
    • 2 Almanaque dos Oficiais da Brigada Militar – 1967 – Ano XLIX – Oficinas Gráficas da Brigada Militar, POA, RS.

    Sai nova pesquisa para Governo do RS

    PESQUISA PARA GOVERNADOR – RIO GRANDE DO SUL

    A pesquisa de novembro do Instituto Methodus analisou três frentes da eleição de 2026:

    Disputa pela Presidência da República – Acesse aqui os Resultados

    Disputa as duas vagas ao Senado Federal – Acesse aqui os Resultados

    Disputa para Governador do Estado – Apresentados nesta publicação

    A pesquisa para o Governo do Estado indica que a maioria dos gaúchos ainda se mantém dispersa em relação à eleição. Enquanto uma parcela ainda menciona espontaneamente o nome do Governador Eduardo Leite como possível candidato, começa a se formar um segundo bloco de lembrança: de maneira gradual, os nomes de Edegar Pretto (PT) e Zucco (PL) passam a ganhar espaço na memória do eleitor, consolidando-se como alternativas percebidas para a disputa.

    Iniciamos a divulgação dos resultados com a  Avaliação do Governo Estadual.

    A maior parcela dos entrevistados classifica o governo como Regular (38,5%), seguida por Bom (27,6%). As avaliações positivas incluem ainda Ótimo (6,8%), totalizando 34,4% de percepções favoráveis. Nas avaliações negativas, Ruim representa 10,3% e Péssimo16,8%, somando 27,1%.

    A predominância de avaliações Regular indica uma percepção intermediária relevante entre os eleitores, com avaliações positivas superando as negativas.

    Aprovação de Governo

    No indicador direto de aprovação, o governo registra:

    • 55,6% de Aprovação
    • 44,4% de Não Aprovação

    Esse resultado aponta uma maioria que aprova o governo estadual no período analisado.

    A menção espontânea, onde o eleitor responde livremente a quem destina seu voto, mostra um cenário marcado principalmente pela indecisão – 72,9% dos eleitores ainda não definiram seu voto.

    Os nomes mais citados são: Eduardo Leite – PSD com 10,4% das citações, seguido por Edegar Pretto – PT com 4,5%, Zucco – PL com 3,5% e Juliana Brizola – PDT com 1,5%. Sebastião Melo – MDB recebe 0,8% das menções, Gabriel Souza – MDB, 0,6%, Maranata – PSDB 0,5% e Paula Mascarenhas – PSDB 0,3%. Branco/Nulo somam 5,1% das citações.

    Já a menção estimulada, apresenta o seguinte cenário: Edegar Pretto – PT aparece na liderança com 20,3% das citações, seguido  por Juliana Brizola – PDT com 15,6% e Zucco – PL com 14,5%. Em seguida aparece Gabriel Souza – MDB com 5,7%, Covatti Filho – PP com 5,3% e Paula Mascarenhas – PSDB com 5,0%. Branco/Nulo somam 17,9% e Indecisos 15,8%.

    gráfico comparativo da menção estimulada a governo do estado, apresenta Edegar Pretto – PT mantendo a liderança do cenário estimulado (19.2% em setembro/25 e 20.3% em novembro/25).

    Zucco – PL apresenta uma redução de mais de 4 pontos percentuais. De segundo colocado em setembro, passa a ocupar a terceira posição em novembro. (18.8% em setembro/25 e 14.5% em novembro/25).

    Juliana Brizola – PDT perde cerca de 3 pontos percentuais e fica abaixo do patamar registrado anteriormente (18,7% em setembro/25 e 15,6% em novembro/25).

    Gabriel Souza – MDB permanece estável, com variação mínima dentro da margem de erro (5.8% em setembro/25 e 5.7% em novembro/25).

    O percentual de Branco/Nulo aumenta cerca de 3,6 pontos percentuais. Indecisos permanecem estáveis durante o período analisado.

    Na rejeição múltipla, quando o entrevistado pode marcar todos os candidatos em que não votaria de jeito nenhum, os resultados são: Edegar Pretto – PT com 29,0% das citações, Zucco – PL com 26,1%, Covatti Filho – PP com 17,2%, Juliana Brizola – PDT com 16,8%, Gabriel Souza – MDB com 14,3% e Paula Mascarenhas – PSDB com 13,6% das menções. 16,9% dos entrevistados afirmam não rejeitar nenhum dos nomes apresentados. 8,6% não souberam responder.

    José Carlos Sauer – Diretor do Instituto Methodus, especialista em comportamento político e graduado em Filosofia Política. Há mais de 25 anos atende disputas eleitorais, conduzindo pesquisas de opinião, interpretação de dados e análises, além do direcionamento estratégico para campanhas. Se você busca uma consultoria política para sua disputa eleitoral, fale conosco por WhatsApp ou e-mail

    Ficha Técnica da Pesquisa:

    Metodologia –  O estudo tem por objetivo avaliar a intenção de voto dos gaúchos para as eleições de 2026, contemplando o desempenho dos principais pré-candidatos aos cargos de Presidente da República, duas vagas a Senador e Governador do Estado do Rio Grande do Sul.

    A pesquisa é quantitativa, com entrevistas presenciais realizadas nos municípios selecionados, seguindo um desenho amostral probabilístico e estratificado por sexo, escolaridade, renda e localização geográfica, o que assegura a representatividade real do eleitorado do Rio Grande do Sul.

    Período de Realização da Pesquisa: De 20 a 22 de novembro de 2025.

    Tamanho da Amostra: 1021 entrevistas.

    Margem de Erro: 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Nível de confiança: O intervalo de confiança é de 95%.

    Público-alvo: Eleitores do Rio Grande do Sul de 50 municípios pertencentes as sete mesorregiões do Estado (Centro-Ocidental, Centro-Oriental, Metropolitana, Nordeste, Noroeste, Sudeste e Sudoeste).

    Fonte:  José Carlos Sauer Instituto Methodus 

    Brigada Militar retira das ruas 33,9 toneladas de drogas e mais de mil armas de fogo em dez meses de 2025

    O combate ao tráfico de drogas inclui as apreensões que impactam financeiramente as organizações criminosas

    A Brigada Militar (BM) apreendeu 33,9 mil toneladas (33.937,53 quilos) de maconha, cocaína e crack entre janeiro e outubro de 2025. Este resultado foi obtido por meio do policiamento ostensivo, da atuação dos comandos especializados e da realização de operações da Corporação, sustentados pelo serviço de inteligência e pelo uso das novas tecnologias, sob o fundamento da ética e do respeito aos direitos humanos. A maior apreensão ocorreu na região Norte do Rio Grande do Sul, o total de 13 toneladas (13.565,53 quilos.) A segunda maior apreensão superou 12,5 toneladas (12.510,93 quilos) e ocorreu na região Leste do Estado. Já nas regiões Sul e Oeste, as apreensões foram de 4,9 toneladas (4.918,67 quilos) e 2,9 toneladas (2.942,41 quilos), respectivamente.  

    Destaca-se que a maconha é a droga mais frequente nas apreensões em todas as regiões, o que representa 96% do total, ou seja, 32,8 toneladas. As apreensões de cocaína representam 2,4% e, as de crack, 0,7%.

    Armas de fogo

    Ao passo que a Brigada Militar retira drogas das ruas combatendo as organizações criminosas do tráfico, combate a violência ao apreender as armas dos suspeitos. Entre janeiro e outubro deste ano, foram apreendidas o total de 4.325 armas de fogo, tendo sido a maior quantidade apreendida na região Leste, 2.093 unidades. Na região Oeste apreendeu-se 1.096 armas, na Norte 659 e, na região Sul, 477 unidades.

    O serviço de excelência que a Brigada Militar presta à sociedade gaúcha é garantido por meio do constante aperfeiçoamento técnico oferecido aos Policiais Militares, bem como aos investimentos feitos em equipamentos e tecnologias.


    Texto: jornalista Eliege Fante, servidora civil na PM5/BM

    FONTE: BRIGADA MILITAR

    66º Festival Hípico Noturno

    Na noite de 20 de novembro/25 o 4º Regimento de Polícia Militar de Porto Alegre sediou pela 66ª vez o Festival Hípico Noturno.

    O evento é realizado anualmente na sede do 4º Regimento de Polícia Montada em Porto Alegre e neste ano também integra as comemorações de 188 anos da Brigada Militar. O festival criado em 1960 foi uma idéia do então Coronel Atílio Cavalheiro Escobar, se transformando em um festival mais antigo do Brasil.

    O policiamento montado que já foi Guarda Presidencial, hoje realiza a polícia ostensiva em eventos como jogos de futebol, movimentos sociais, reintegrações de posse e policiamento em parques, além de manter a Guarda do Palácio Piratini.

    O Festival Hípico Noturno, também é um momento de homenagear personalidades da sociedade gaúcha além de Oficiais e Praças. As delegações de competidores se deslocam de vários estados da federação para participarem deste badalado festival que conta com a participação de muitos cavaleiros e amazonas, civis e militares.

    O 66º Festival Hípico Noturno contou com a abertura oficial e pronunciamento do Sr. Comandante Geral da Brigada Militar Coronel Claudio dos Santos Feoli, Secretária Adjunta da Secretaria de Segurança Pública do Estado, Del. Adriana Regina da Costa e oTenente Coronel Luiz Felipe Medeiros comandante do 4º RPMon, com a presença de vários comandantes de unidades operacionais e de apoio e sociedade em geral. O Comandante-Geral Cel. Claudio Feoli em sua manifestação ao agradecer os organizadores do evento destacou que o festival é grandioso pelo nível da competição, mas tem uma simbologia muito mais ampla pelo significado que tem o cavalo na historia do estado e da instituição Brigada Militar.

    Ressaltando os valores da Cavalaria o Comandante do Regimento Ten. Cel.Luiz Felipe Medeiros apresentou as várias fontes de recursos necessários para a realização do festival, do empenho voluntário de várias pessoas organizações e empresas, mas que ao final o momento é coroado de uma grandeza reconhecida no Brasil inteiro.

    Assista entrevista do Comandante.

    O festival, além da competição conta com uma extensa programação cultural que pode ser acompanhada pelo endereço: www.festivalhipiconoturno.com.br

    A IBCM além de ser uma parceira histórica do Festival Hípico Noturno, entregou a Premiação e foi homenageada pelos organizadores.

    Seu presidente Daniel Lopes dos Santos fez a entrega de premiações e seu Vice-Presidente Alceu Bosi recebeu medalha de reconhecimento.

    GALEERIA DE FOTOS

    A segurança pública não pode ser refém de palanques: o debate antifacção e a omissão federal no enfrentamento do crime organizado                                           

    Marco Antônio Moura dos Santos[1]

    O Brasil voltou a discutir facções criminosas, mas ainda não está discutindo segurança pública.

    Embora isso represente um passo importante, falta direção coerente, técnica e institucional. A realidade que se impõe exige reflexão séria: o avanço das organizações criminosas não é apenas um fenômeno policial, mas uma questão social, jurídica, política, filosófica e constitucional profunda.

    As facções controlam presídios, ruas, fronteiras e fluxos econômicos, formando, em muitos locais, uma verdadeira estrutura paralela de poder. Esta constatação, que deveria mobilizar políticas de Estado, tem sido tratada de modo politizado, superficial e retórico, exatamente como aponta Dworkin[2]: o Estado perde sua legitimidade quando abandona a integridade e adota decisões não alinhadas a princípios consistentes. A politização do debate antifacção viola, portanto, a integridade do Direito, ao permitir que um problema estrutural seja capturado por agendas de ocasião.

    Quando a segurança pública se torna instrumento político, quem ganha são as facções. O debate brasileiro tornou-se espaço de discursos vazios e soluções improvisadas, confirmando a patologia comunicativa descrita por Habermas[3], a esfera pública deixa de deliberar racionalmente e passa a reproduzir agendas estratégicas, impedindo a construção de consensos mínimos.

    A omissão do governo federal agrava o cenário. A União deveria liderar a coordenação nacional, mas tem adotado postura errática e fragmentada, violando o dever constitucional de proteção, conforme argumenta Ferrajoli[4]. Para ele, quando o Estado falha em impedir a violência sistemática praticada por grupos armados, viola diretamente sua função garantista.

    O debate político evita enfrentar uma questão central: por que o Brasil não discute classificar facções como organizações terroristas? Segundo Alexy[5], decisões envolvendo restrições a direitos fundamentais devem observar a proporcionalidade e não cálculos meramente estratégicos. Essa recusa, muitas vezes motivada por ideologia, receio de desgaste ou temor de repercussões internacionais, não se sustenta juridicamente.

    As facções cumprem requisitos objetivos de terrorismo, intimidação coletiva, domínio territorial, ataque ao Estado, de modo que o que falta não são critérios, mas vontade política para ponderar racionalmente meios e fins.  Jeremy Waldron reforça que o Estado de Direito só existe enquanto mantém condições mínimas de ordem e previsibilidade jurídica[6]. Quando facções dominam regiões, presídios e rotas econômicas, produzem um colapso da ordem jurídica, retirando do Estado o monopólio da força. Nesse contexto, classificá-las como grupos terroristas não é ser radical: é reconhecer juridicamente a realidade.

    A situação torna-se ainda mais crítica sob a ótica de Lon Fuller, para quem a legalidade exige coerência normativa, generalidade, publicidade, estabilidade e aplicação efetiva.[7]. No Brasil, entretanto, a Lei Antiterrorismo é subutilizada, o SUSP opera de forma fragmentada, não há diretrizes nacionais claras e a execução penal permite comando externo do crime. Tais falhas representam violação da moral interna do Direito.

    Diante disso, as medidas necessárias para enquadrar facções como terrorismo incluem: atualizar a Lei 13.260/2016; promover integração federativa efetiva; criar um Sistema Nacional Antifacção robusto; instituir regime jurídico diferenciado para líderes de facções; e reformar estruturalmente a execução penal com expansão de presídios federais e controle de comunicações.

    Essas medidas são compatíveis com os limites constitucionais e princípios democráticos, desde que acompanhadas de controle judicial, proporcionalidade e proteção às garantias individuais.  Para superar as contradições do governo federal, é necessário abandonar improvisos, amadorismo e a lógica de comunicação instantânea das redes sociais. É preciso recuperar a racionalidade deliberativa (Habermas), a integridade normativa (Dworkin) e a proporcionalidade decisória (Alexy). Sem isso, o país continuará refém de soluções simbólicas e ineficazes.

    O que está em jogo não é apenas um projeto de lei, é o futuro da segurança pública e do Estado de Direito no Brasil. A escolha entre retórica e responsabilidade é urgente. Para vencer as facções, será necessária seriedade, liderança federal, cooperação federativa, técnica e coragem institucional, além de compromisso pleno com a integridade constitucional. Precisamos de um Governo assentado em pilares firmes e fortes, não sujeitos a ruir sob quaisquer turbulências.


    [1] CORONEL QOEM Res Brigada Militar/RS e Especialista em Segurança Pública (PUCRS)

    [2] DWORKIN, Ronald. Law’s Empire. Harvard University Press, 1986.

    [3] HABERMAS, Jürgen. Direito e Democracia: entre facticidade e validade. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997.

    [4] FERRAJOLI, Luigi. Direito e Razão: teoria do garantismo penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.

    [5] ALEXY, Robert. Teoria dos Direitos Fundamentais. São Paulo: Malheiros, 2008.

    [6] WALDRON, Jeremy. The Rule of Law and the Measure of Property. Cambridge: Cambridge University Press, 2012.

    [7] FULLER, Lon. The Morality of Law. New Haven: Yale University Press, 1964

    Câmara aprova PL Antifacção, entenda o que muda com a nova norma

    O presidente Hugo Motta impediu a apresentação dos destaques do Partido Liberal que incluíam no PL Antifacção a equiparação das facções aos grupos terroristas

    BRASÍLIA – A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei (PL) Antifacção em sessão nesta terça-feira (18/11) diante de pressão do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) para acelerar a votação. A proposta, relatada pelo deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), recebeu 370 votos diante de 110 contrários.

    Grande parte dos votos contrários à proposta partiram do PT e de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ainda que o PL Antifacção seja de autoria do governo Lula, o grupo rejeitou as modificações feitas por Guilherme Derrite em seu substitutivo. O relator até incorporou trechos da proposição original, mas propôs alterações que a base não aceitou.

    Uma delas é a divisão de bens e valores recolhidos em operações contra as facções entre os fundos da Segurança Pública — destinado à Polícia Federal (PF) — e dos estados. A avaliação do Planalto é que a divisão diminui o volume de recursos destinados à PF.

    Foram os partidos de oposição e de centro que patrocinaram a aprovação do PL Antifacção segundo o substitutivo de Guilherme Derrite. A oposição capitaneada pelo Partido Liberal até pretendia mudar o relatório. A intenção era acrescentar no PL Antifacção a equiparação das facções aos grupos terroristas para garantir que os criminosos recebessem o tratamento dado aos extremistas no âmbito da Lei Antiterrorismo.

    Quem barrou a mudança, antes que ela fosse sugerida no plenário, foi o próprio presidente Hugo Motta. Ele temia que a mudança tornasse o texto inconstitucional, permitindo que o Supremo Tribunal Federal (STF) pudesse derrubá-lo.

    O único destaque aprovado pelos deputados após a aprovação do texto-base no plenário foi o apresentado pelo líder do Novo, Marcel Van Hattem (Novo-RS). Ele proíbe os presos de votar nas eleições, ainda que estejam detidos em caráter provisório.

    A oposição defendeu ativamente essa emenda, que, aprovada, agora passa a constar no PL Antifacção — e contempla todos os presos, sem restrições. O PT criticou o destaque, mas, votou a favor. O líder do partido, Lindbergh Farias (PT-RJ), disse que a bancada votou pela aprovação mesmo sabendo que essa proibição é inconstitucional.

    O PL Antifacção segue para análise do Senado Federal. Ali, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), antecipou que o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) assumirá como relator.

    O que é o PL Antifacção?

    Originalmente, o PL Antifacção previa mudanças na Lei das Organizações Criminosas. Desde o início, Derrite defendia que não era o suficiente, e que essa legislação não conseguia contemplar os crimes cometidos pelas facções. No primeiro relatório, ele equiparava as facções aos grupos terroristas, atendendo à principal reivindicação da oposição. Essa alteração previa uma mudança na Lei Antiterrorismo para garantir que as facções fossem tratadas no escopo dela. 

    A mudança de Derrite não deu certo e ele recuou após alegações de que isto comprometeria a atuação da Polícia Federal (PF) no combate ao crime. A última versão do parecer foi protocolada na Câmara após o início da sessão desta terça-feira. Nela, o relator propõe a criação do Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, nome que o próprio presidente da Câmara escolheu.

    Agora, Derrite não mexe mais nas leis existentes. Ele propõe a criação de uma lei nova, inteiramente dedicada às facções e às milícias. Mas o relator não chama as facções de “facções”. Ele as classifica como organizações criminosas ultraviolentas.

    No Marco Legal que propõe, Derrite define penas de prisão entre 20 e 40 anos para membros de facções e milícias que cometerem os crimes de domínio social listados nessa lei. Ele ainda aumenta penas para aqueles que usarem drones nas ações das facções.

    Os delitos contemplados nesse trecho são aqueles que acontecem, por exemplo, quando as facções e milícias dominam favelas impedindo a entrada das forças de segurança; ou quando cobram pela prestação de serviços ilegais — um exemplo é o gatonet.

    Esses crimes receberão, pelo projeto, tratamento semelhante àqueles considerados hediondos. Na prática, significa que quem for enquadrado pelo Marco Legal não terá direito à anistia, graça ou indulto. Também não poderá pagar fiança e nem ter direito ao livramento condicional.

    Em seu substitutivo, Derrite mantém pontos do PL Antifacção apresentado pelo Ministério da Justiça. O principal deles é o sufocamento financeiro das facções. Ele também aderiu à sugestão do governo de criar um banco nacional de membros de facções para permitir que os estados possam trocar informações sobre esses criminosos. 

    A última versão do relatório era costurada pelo relator desde quarta-feira (12/11), quando seu quarto substitutivo não alcançou o consenso necessário para ser votado no plenário da Câmara. A despeito de ter feito mudanças, Derrite ignorou a principal crítica — e reivindicação — da base. 

    Ele manteve a previsão de distribuição dos bens recolhidos em operações contra facções entre a PF e os fundos de segurança estaduais. O único ajuste feito pelo relator nesse ponto é a previsão de que os valores destinados à PF vão para o Fundo Nacional de Segurança Pública, e não mais para o Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol).

    Derrite, em crítica direta à base, afirmou no relatório que integrantes do governo Lula não o procuraram. “Tomei conhecimento pela mídia de alguns pontos que não agradavam”, expôs, acrescentando que acolheu o pedido da equipe do presidente da República sobre o perdimento de bens. 

    O relator incorporou no substitutivo ao PL Antifacção a previsão de perdimento automático de bens ainda durante o inquérito policial. Na prática, significa que a Justiça poderá impôr a perda imediata de bens e valores recolhidos de facções e milícias. A previsão é que esses itens passem imediatamente a pertencer ao Estado.

    O deputado também acata outras sugestões nesse último parecer. São ajustes técnicos, como: 

    • Mudança na lei de lavagem de capitais para prever que o produto ou proveito do crime seja revertido em favor do ente federativo responsável pela investigação; é nesse ponto que ele mantém a divisão dos bens apreendidos entre os fundos estaduais e o fundo de Segurança Pública.
    • Participação do Ministério Público através dos Procedimentos Investigatórios Criminais do MP quando houver força-tarefa para investigação de facções;

    Há, ainda, um ajuste que acolhe um pedido da base em relação à Receita Federal. O substitutivo de Derrite prevê que as medidas previstas no PL Antifacção não impedem retenção, apreensão e perdimentos de bens, valores e ativos previstos em normativos internos aplicados no âmbito do processo administrativo.

    “O que permite que Receita Federal, Banco Central e outros órgãos fiscalizadores possam continuar executando suas medidas de perdimento imediato de bens”, esclareceu no relatório.

    Solenidade de 188 anos da Brigada Militar.

    A corporação criada em 1837 para manter a ordem pública na então Província de São Pedro, se mantém sólida sendo patrimônio e orgulho do povo gaúcho.

     Na manhã desta terça-feira, 18/11, as 10 horas, ocorreu na Academia de polícia Militar a formatura comemorativa aos 188 anos da Brigada Militar.

      A Solenidade contou com a presença de diversas autoridades, civis e militares, dentre elas o Governador Eduardo Leite, o Secretário de Segurança Pública Mario Iukio Ikeda, o Comandante da Brigada Militar Coronel Claudio dos Santos Feoli e o Comandante do Corpo de Bombeiros Militar Coronel Julimar Fortes Pinheiro.

      A atividade comemorativa contou com a entrega de 216 viaturas á Brigada Militar, sendo 25 Toyota Corolla Cross, 178 Toyota Hilux. 8 Sw4, além de 02 Caminhões Mercedes Benz com plataforma e três caminhões guincho.

     A entrega também contemplou o Corpo de Bombeiros Militar com  120 viaturas L200.

      As chaves foram entregues pelo Governador do Estado aos Comandantes das duas corporações, proporcionando a partir de agora um incremento ainda maior na operacionalidade das ações policiais e de bombeiros.

      Durante a cerimônia o Capelão Honorífico da Brigada Militar, Padre Alexandre Chaves, prestou as bênção ao efetivo da corporação.

     Junto a solenidade ocorreram homenagens  à civis e militares, sendo  realizada a entrega de medalhas.

     O Presidente da Rede ABC da Segurança Pública Gilson Noroefé foi agraciado com a medalha Legionário de Honra, quando atribuiu parte do reconhecimento a equipe de voluntários do Correio Brigadiano.

      Os discursos do Sr Governador do Estado, Secretário de Segurança Pública e Comandante Geral da BM ao apresentarem a Brigada Militar em seus feitos históricos, seguiram a linha de demonstração dos excelentes resultados de programas como o RS Seguro, o alcance de patamares históricos  no combate a criminalidade, a formação e aperfeiçoamento do efetivo e principalmente da qualificação dos homens e mulheres da Brigada Militar permitindo se aproximar de 200 anos.

    As comemorações de 188 anos iniciaram no dia 15 de novembro e se encerram no dia 23 de novembro.

    CONFIRA ENTREVISTAS CMT GERAL E EQUI CORREIO BRIGADIANO