Vilson Kazinski Verçosa, 43 anos, atua na Brigada Militar em Tramandaí e mostrou a importância de saber ouvir
JULIANA BUBLITZ GZH
Soldado Kazinski no ambiente de trabalho
Wesley Felipe Pires Bueno / Divulgação
No último sábado (24), uma ligação incomum ao 190 chamou a atenção do soldado Vilson Kazinski Verçosa, em Tramandaí, no Litoral Norte. Do outro lado da linha, uma mulher com a voz angustiada insistia em pedir pizza à central de atendimento da Brigada Militar. Graças à sensibilidade do policial, ela foi salva de uma situação de violência doméstica, como mostrou a reportagem de Lucas Abati em GZH.
O caso é um exemplo que merece ser contado e recontado, de um profissional que soube ouvir e se colocar no lugar de quem pedia socorro – nesse caso, uma mulher que era perseguida pelo agressor e não podia mencionar a ameaça em voz alta, por medo das consequências que o ato pudesse provocar.
Fiz questão de procurar o soldado para ouvir a história dele.
Passava da meia-noite quando o telefone da BM em Tramandaí tocou. O soldado Kazinski atendeu e ouviu o pedido inusitado com atenção.
— A mulher que ligou disse: “Eu quero uma pizza de calabresa”. Achei estranho e, inicialmente, respondi explicando que devia ser um engano, que era do 190. Mas ela insistiu, repetiu o pedido várias vezes e foi ficando alterada. Aí pensei: pode ser um caso de violência doméstica. Já atuei na Patrulha Maria da Penha e sei como às vezes é difícil para a mulher denunciar o agressor — conta Kazinski.
O soldado então pediu para a vítima dar o endereço. Ela disse apenas que estava fora de casa, caminhando, e informou o nome de uma rua. De imediato, o policial pediu a uma equipe da BM que fosse até o local, mesmo sem saber ao certo onde a mulher se encontrava. Minutos depois, a filha da vítima também ligou ao 190, explicando que mãe corria risco e indicando a localização com maior precisão. O atendimento foi ágil e cirúrgico.
Quando os policiais chegaram nas proximidades da casa da vítima, encontraram a mulher e o companheiro dela. Ela contou ter sido agredida com socos, chutes e puxões de cabelo e foi levada para atendimento. O companheiro, um homem de 45 anos, com antecedentes por descumprimento de medida protetiva e lesão corporal, foi preso em flagrante.
Isso só foi possível, porque um soldado de 43 anos, casado e pai de um menino, foi capaz de ouvir o apelo e compreender o código por trás dele. Kazinski entrou na BM em 2013, em Novo Hamburgo, e, em 2017, fez curso para ingressar na Patrulha Maria da Penha. Atuou no órgão em São Leopoldo até 2021.
— Vi muita coisa e atendi muitos casos desse tipo. Tem homens que acham que são donos das mulheres e pensam que isso é normal. É uma cultura que precisa mudar — resume Kazinski.
A Patrulha Maria da Penha
Teve início em outubro de 2012, em Porto Alegre, e, aos poucos, foi ampliada. Surgiu para atender especificamente os casos de violência contra a mulher. Hoje, a iniciativa está presente em mais de uma centena de municípios gaúchos e prova ser cada vez mais importante e necessária.
Durante quatro anos, o policial atuou na Patrulha Maria da Penha em São Leopoldo
Wesley Felipe Pires Bueno / DivulgaçãoO soldado desconfiou que a ligação podia ser trote, mas percebeu a angústia da voz do outro lado
Wesley Felipe Pires Bueno / Divulgação
Os latidos de Laila, que ficou 40 horas presa aos escombros, ajudou os bombeiros a localizar os corpos dos moradores – Foto: Lucas Schuler/CBMRS
O empenho e a coragem dos militares gaúchos se revelaram de forma ainda mais clara na última semana. Com o ciclone extratropical que atingiu o Estado em 15 de junho, diversas equipes foram destacadas para auxiliar nas missões de busca e resgate nos municípios afetados. O evento causou chuvas intensas, 16 mortes e grande destruição em 48 municípios.
O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) realizou mais de 2,4 mil salvamentos. A corporação também enviou agentes da Força de Resposta Rápida (FR), que é um grupo especial preparado para agir rapidamente em situações críticas.
Em Sapiranga, bombeiros da FR utilizaram um barco para conseguir acessar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que estava ilhada e salvaram 29 pessoas, incluindo pacientes e profissionais da equipe médica. Dentre os pacientes, havia idosos e cinco pessoas acamadas.
“Nós fomos a última chance de salvação para aquelas pessoas”, contou o bombeiro Guilherme Olkoski – Foto: Luís André Pinto/Secom
“A UPA era a parte mais isolada da cidade. Dois córregos haviam transbordado, formando uma corrente muito forte de água. Parecia um rio mesmo. Devido à correnteza, outro tipo de veículo não teria como chegar até lá. Só seria possível com embarcação. Nós fomos a última chance de salvação para aquelas pessoas”, contou o bombeiro Guilherme Olkoski.
Natural de Sapiranga, o militar já atuou em diversas situações críticas, mas ficou impactado ao ver o lugar onde nasceu devastado pelas enxurradas. “Como cidadão sapiranguense, é um misto de sentimentos ver a cidade nessa situação. Nós vimos, no semblante de muitas pessoas, gratidão pelo nosso auxílio e, ao mesmo tempo, luto pela perda de suas histórias. Muitos construíram suas vidas ali e tiveram que deixar tudo para trás e sair apenas com a roupa do corpo”, acrescentou.
O resgate da cadela Laila
Ao ser resgatada, Laila tinha apenas pequenos machucados na região dos olhos – Foto: Lucas Schuler/CBMRS
Dentre tantas histórias comoventes contadas pelos bombeiros, uma das mais impactantes é a da cadela Laila, a única sobrevivente na casa de uma família que vivia em Maquiné. A residência veio abaixo na noite de quinta-feira (15/6) devido a um deslizamento de terra. Faleceram as três pessoas que moravam na casa: uma idosa, sua filha e seu genro. A cadela foi encontrada sob os escombros.
Segundo o CBMRS, a tarefa foi árdua, tanto para conseguir acessar a casa, quanto na remoção dos escombros, porque as estruturas ficaram colapsadas, exigindo muita cautela a cada movimento. Foram horas a fio removendo destroços. Após localizarem a primeira vítima, era necessário encontrar as outras duas.
“Salvar o cão simboliza o que restou daquela família”, conta o primeiro-tenente Fabrício de Oliveira – Foto: Luís André Pinto/Secom
“Havia um cachorro no meio dos escombros que estava com vida, porque os bombeiros escutavam um latido ao fundo. A presença da cachorra Laila naquele ambiente foi o nosso facilitador para encontrar as outras vítimas. É extremamente difícil não conseguir tirar as pessoas com vida. A gente busca sempre salvar as pessoas, mas foi emocionante ter retirado, do meio daqueles escombros, a cachorra. Salvar o cão simboliza o que restou daquela família. Para nós, é muito importante e acredito que também é significativo para os familiares das vítimas”, relatou o primeiro-tenente Fabrício de Freitas de Oliveira, que atuou nessa operação.
Consternado, o soldado Eder Oliveira, que também trabalhou nesse resgate, afirmou que é extremamente doloroso localizar as vítimas já sem vida, mas o resgate da cadela trouxe algum conforto aos parentes e à equipe que participou da missão.
“Para chegar até a Laila, havia uma grande profundidade. Somente cavando com as mãos seria possível acessá-la. Eu podia escutá-la, podia senti-la e não iríamos desistir dela de forma alguma. Quando você não consegue encontrar as pessoas vivas, mas você encontra uma cadelinha que é da família, vivia com eles e estava sempre perto, de alguma forma, para nós, se torna gratificante”, comentou. “Cheguei com ela no colo e entreguei para os familiares, que acariciaram o animal. Então, isso foi muito marcante e é por isso que a gente se emociona assim.”
“Cheguei com ela no colo e entreguei para os familiares, que acariciaram o animal”, recorda o soldado Eder Oliveira – Foto: Luís André Pinto/Secom
Segundo os bombeiros, ao ser resgatada, Laila tinha apenas pequenos machucados na região dos olhos, o que parecia inacreditável, porque ela ficou, praticamente, 40 horas presa aos escombros. A cadela permaneceu próximo das vítimas e havia encontrado um local embaixo da pia da cozinha para se proteger. Após o resgate, familiares dos donos fizeram questão de ficar com a cadela e providenciaram todos os cuidados necessários.
Familiares das vítimas enviaram mensagens por meio das redes sociais do CBMRS agradecendo o empenho da equipe, que lhes permitiria sepultar seus entes queridos com dignidade.
Operações aéreas
A ajuda também chegou pelo ar. Em regiões inacessíveis, houve necessidade de utilizar aeronaves nas missões de busca. O soldado Junior Muniz, do Batalhão de Aviação da Brigada Militar, integrou uma equipe que realizou vários salvamentos na cidade de Lindolfo Collor.
Muniz conta, em Lindolfo Collor, as pessoas ficavam no topo das casas para serem salvas – Foto: Luís André Pinto/Secom
Em uma dessas situações, uma família buscou como refúgio um campo de futebol. Para não submergirem nas águas, subiram as arquibancadas o mais alto que puderam e ficaram à espera de socorro. Um helicóptero da Polícia Civil resgatou duas pessoas da família, restando no local apenas um homem e seu cachorro. Na sequência, eles foram salvos por um helicóptero da Brigada Militar.
“Era a arquibancada de um campo de futebol. Tudo em volta estava alagado. E, quando chegamos, estava só o senhor e o cão, e ele não queria abandonar o animal. O senhor estava com uma expressão de pavor, porque a água já estava batendo em seu pé. A aeronave se aproximou, fiz a descida usando o nosso guincho e, depois, subimos em segurança”, contou Muniz. “Foi muito gratificante poder salvar a vida daquele senhor com o animalzinho de estimação dele.”
O soldado também descreveu a gravidade das imagens que viu do alto. “Só aparecia o topo das casas, e as pessoas estavam subindo para partes mais altas para tentar se salvar ou salvar o que tinham. É uma situação muito triste”, resume. “Não se via muita coisa a não ser água. Começamos a fazer o patrulhamento em busca de sobreviventes porque tínhamos informações de que havia pessoas em cima dos telhados para serem resgatadas. Além daquele senhor e seu cão, salvamos uma mulher e duas crianças, que estavam ilhadas”, detalhou.
Da formatura para a missão
Os 81 novos bombeiros do Estado, que vivenciaram sua formatura na manhã de 16 de junho, no Ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, foram destacados, de imediato, para atuar nas missões de salvamento pós-ciclone. Naquela sexta-feira, desde a madrugada, inúmeros atendimentos já vinham acontecendo para a população impactada pelo desastre natural. Ao término da formatura, homens e mulheres já estavam a postos, honrando o lema do CBMRS de servir e proteger a população.
“Ao sair da formatura, a sociedade já aguardava por nós. Aquela situação talvez tenha sido única na história das turmas de formação do CBMRS: se formar e já assumir a grande responsabilidade de ajudar pessoas e salvar vidas, como entoamos no Gigantinho em nosso juramento. Muitos familiares aguardavam para festejar a formatura e deixamos para outro momento, pois sabíamos que, naquela ocasião, nós tínhamos o dever e a missão de ajudar”, afirmou o bombeiro recém-formado Leonardo Felts.
Felts foi enviado para uma das cidades mais devastadas. “Ao sair de Porto Alegre em direção a Caraá, não tínhamos ideia da magnitude do que tinha acontecido. Ao chegar, encontramos uma cidade destruída pelo ciclone. As equipes foram divididas para auxiliar em diversas atividades. A princípio, ajudei na coordenação da logística junto a outros bombeiros e, posteriormente, também passei a atuar diretamente nas buscas. Ao final da terça-feira (20/6), junto com as guarnições e a Companhia Especial de Busca e Salvamento, foi localizada a última vítima desaparecida. Foi muito importante estar ali e fazer parte disso, com poucos dias de formado”, completou.
Em publicação no Diário Oficial desta terça-feira(20) a Brigada Militar define a Fundação Getúlio Vargas como a empresa que aplicará o certame CTSP/2023.
O policial militar Anderson da Silveira Noschang foi campeão da categoria até 67kg do Ultimate Fight Pro. A competição ocorreu neste sábado (17) em Flores da Cunha.
A Federação Gaúcha de Muay Thai e Boxe Tailandês, juntamente com a liga GAT, promoveram o evento, que reuniu atletas de todo o Rio Grande do Sul. Eles competiram nas modalidades de K1, Boxe e MuayThai.
O atleta Anderson, que atua na Brigada Militar em Vacaria, além de lutador, é instrutor de Muay Thai e Jiu-jítsu. Ele também realiza instruções e reciclagens de Defesa Pessoal para o efetivo do 10° Batalhão de Polícia Militar.
Fardamento oferece mais conforto térmico e durabilidade ao operacional da Brigada Militar
Correio do Povo
Fardamento oferece mais conforto térmico e durabilidade ao operacional da Brigada Militar | Foto: Maria Eduarda Fortes
O novo fardamento operacional da Brigada Militar (BM) deve ser lançado oficialmente dentro de uma semana. A farda já pode ser vista em vários policiais militares em Porto Alegre, conforme apurou a reportagem do Correio do Povo na manhã desta quinta-feira. Ela acompanha os modelos mais modernos das forças policiais e militares no mundo.
O modelo, na cor cinza BM, está sendo considerado confortável do ponto de vista inclusive térmico, bem como oferece maior agilidade ao policial militar. A implantação começou por Porto Alegre, Região Metropolitana e Vale do Rio dos Sinos. Em breve, seguirá até atingir todo o Rio Grande do Sul.
Uma das novidades é que a calça tática contará com o velcro na parte inferior em substituição ao anel de borracha e que deverá ser sobreposta ao cano do coturno. Em algodão e poliéster, ela possui ainda vários bolsos com uso operacional.
Já a camisa tem o tórax totalmente feito de algodão, conferindo maior conforto térmico ao policial. A capa de colete segue cinza. Por sua vez, o cinto mais largo oferece mais robustez e maior durabilidade.
Foto: Maria Eduarda Fortes
O uniforme é composto ainda por um boné com pala na cor cinza BM que protege dos raios ultravioletas e repele água e óleo. A boina na cor preta com esplendor será para o uso do efetivo da Força Tática e ROCAM, além da capa de colete preto. O conjunto ainda conta com meias e coturno tático na cor preta.
A camiseta preta gola olímpica será utilizada por baixo da camisa tipo combat shirt, sendo ambas empregadas por dentro da calça cargo. O zíper da camisa deverá estar fechado aproximadamente sete centímetros da base.
Soldado Patrick, do 24º BPM, socorreu as crianças com a ‘manobra de heimlich’
Soldado Patrick, do 24º BPM de Alvorada. Foto: Reprodução / Redes sociais
Soldados do 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) confirmaram à Rádio Guaíba, nesta quarta-feira, o salvamento de um bebê, de dois meses, em Alvorada. O procedimento foi realizado pelo soldado Patrick, que já havia socorrido outras duas crianças no município da região Metropolitana, uma no início do mês e outra em fevereiro.
Na ocorrência mais recente, o soldado estava em uma barreira policial, acompanhado de outros três militares, na rua Lima e Silva, quando foi abordado por um casal. Eles carregavam o filho pequeno, desfalecido por conta de um engasgamento. O brigadiano então efetuou a chamada ‘manobra de heimlich’, possibilitando que a criança voltasse a respirar.
Patrick, nas duas outras ocorrências semelhantes, também utilizou esse método de salvamento. A segunda criança salva por ele, ainda em junho, foi socorrida na mesma rua. Já a outra, foi revivida com a manobra quando se engasgava na Região Central da cidade.
Após o salvamento, a criança foi encaminhada ao hospital, onde recebeu os exames necessários
Correio do Povo
Em pouco tempo, a guarnição composta pelos soldados Appel e Franções estava presente na residência da família, pronta para realizar a manobra de Heimlich. | Foto: Brigada Militar/Divulgação/CP
Em Vale Real, a atuação da Brigada Militar (BM) foi crucial no salvamento de uma criança que estava engasgada. No início da madrugada deste domingo, a dona de casa Alessandra ligou para a emergência da BM (190) para solicitar ajuda para salvar um bebê com as vias respiratórias obstruídas. Uma guarnição foi rapidamente deslocada para a casa da família e dois soldados da brigada realizaram a manobra que salvou a vida da criança.
A mãe da bebê de dois meses prontamente recebeu a orientação de aguardar a chegada da equipe de soldados especializados nesse tipo de situação. Em pouco tempo, a guarnição composta pelos soldados Appel e Franções estava presente na residência da família, pronta para realizar a manobra de Heimlich. A habilidade e destreza dos policiais permitiram a rápida resolução do problema, garantindo a segurança e a vida do bebê.
Após o salvamento, a criança foi encaminhada ao hospital, onde recebeu os exames necessários. O médico responsável destacou que graças à prontidão e agilidade dos policiais militares, o bebê foi salvo com sucesso. A mãe, aliviada e grata pela intervenção imediata da guarnição, entrou em contato com o Batalhão para expressar seu agradecimento pelo atendimento exemplar prestado.
Cristiane Bassichetti descobriu que o doença está espalhada pelo fígado, pulmão e ossos. Mesmo diante desses desafios, ela mantém uma atitude positiva e está determinada a superar essa adversidade.
Paula Maia Correio do Povo
Cristiane Bassichetti atua no Comando Ambiental do 1º Batalhão Ambiental da Brigada Militar | Foto: Cristiane Bassichetti/Divulgação/CP
Cristiane Mathilde Willuwert Bassichetti, uma policial militar ambiental de 36 anos, natural de União da Vitória, no Paraná, é residente no Rio Grande do Sul há 15 anos. Ela atua no Comando Ambiental do 1º Batalhão Ambiental da Brigada Militar (CABM/1° BABM). Atualmente a soldado enfrenta uma batalha contra um Carcinoma Metastático nas mamas. O diagnóstico revelou que o câncer se espalhou para o fígado, pulmão e ossos. Mesmo diante desses desafios, Cristiane mantém uma atitude positiva e está determinada a superar essa adversidade. Ela conta com o apoio dos colegas da Brigada Militar, que se mobilizaram em uma campanha para arrecadar verbas para seu tratamento.
Cristiane é casada há 14 anos e tem uma filha de cinco anos. Além de seu trabalho no Batalhão Ambiental, ela está cursando o último semestre de Medicina Veterinária. Sua carreira é pautada na proteção dos animais e na preservação da natureza, sempre buscando fazer a diferença na vida das pessoas ao seu redor. A notícia do diagnóstico em 8 de maio foi extremamente impactante para Cristiane. Inicialmente, ela esperava apenas passar por sessões de quimioterapia, mas devido à gravidade da situação, descoberta no início de junho, foi necessário adotar um tratamento menos invasivo, porém mais eficaz para seu caso específico de metástase.
Cristiane expressa sua profunda gratidão aos colegas da Brigada Militar por todo apoio recebido. Foto Divulgação/CP
Atualmente, ela aguarda uma resposta do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul (Ipergs) em relação à solicitação do medicamento oral Kisqali 200mg, essencial para o tratamento da metástase. Cada caixa do medicamento custa mais de R$ 14 mil, e Cristiane precisa de duas caixas por mês.
Apesar dos desafios que enfrenta, Cristiane demonstra uma incrível resiliência e perseverança. Ela deseja transmitir uma mensagem de apoio e encorajamento para todos que enfrentam situações semelhantes. Ela acredita que é fundamental não desistir e continuar lutando, mantendo-se firme na caminhada. “Siga na caminhada, pois Deus está com nós, não podemos desistir”, enfatiza.
Cristiane expressa sua profunda gratidão aos colegas da Brigada Militar pelo apoio financeiro e emocional que têm oferecido. Ela ressalta que qualquer ajuda, seja ela qual for o valor, é bem-vinda. Para contribuir com a batalha de Cristiane, é possível realizar doações através do PIX com a chave CPF 05656700933
Jovem Luany Ferreira Faccio sonha em ser policial militar
Por: Brigada Militar
No último sábado, dia 03 de junho, os Policiais Militares, Sargento Luz e Soldado Dagagny do 30º Batalhão de Polícia Militar, acompanharam a jovem Luany Ferreira Faccio, na chegada de sua festa de 15 anos, no município de São Lourenço do Sul.
Os policiais fizeram a surpresa para a jovem que sonha em ser policial militar e compareceram no evento a pedido de seus pais, um encontro que emocionou a jovem, na oportunidade os policiais militares agradeceram a aniversariante pelo carinho para com a Instituição.
A Brigada Militar ficou honrada em participar desse momento. Que este seja um dia inesquecível e o início de uma fase especial na sua vida.
Telmo Franklin comemora 40 anos de BM junto a colegas do 9 BPM
O 1 Ten PME Telmo Franklin recebeu várias homenagens na sua comemoração de 40 anos servindo a Brigada Militar. Franklin foi transferido para a reserva remunerada em 2011, vindo a integrar logo após o Programa mais efetivo (PME) permanecendo na corporação lotado no Colégio Tiradentes de Porto Alegre.
O evento festivo foi comemorado junto a seus colegas veteranos do 9 BPM onde trabalhou durante boa parte de sua carreira. No almoço que reuniu seus colegas no Galpão da Academia da BM, Telmo Franklin relembrou das várias passagens durante este período, onde conquistou várias amizades, alguns já falecidos.
O resultado deste período é sempre positivo, pelas inúmeras amizades. – Poder desfrutar desta convivência com saúde e acompanhado pela família é uma benção. Destacou Franklin. Os veteranos do 9 BPM se reúnem com frequência para celebrar a amizade.