As propostas mais discutidas versam sobre segurança pública e ficaram para o início e o fim da sessão, que encerra os trabalhos Legislativos no ano
Flávia Simões Correio do Povo
Na última sessão do ano, nesta terça-feira, a Assembleia Legislativa aprovou uma leva de projetos do Executivo. Os textos instituem programas sociais, definem diretrizes para o transporte metropolitano e alteram o destino de recursos para beneficiar políticas específicas.
As propostas mais discutidas – que versam sobre segurança pública – ficaram para o início e o fim da sessão. Pela manhã, os deputados aprovaram o texto que regulamentou a Polícia Penal no RS. E, no fim do dia, a proposta que reestruturou a Brigada Militar (BM).
Neste último caso, representantes da categoria marcaram presença nas galerias. O comandante-geral da BM, coronel Cláudio Feoli, acompanhou a discussão e comemorou a aprovação, que recebeu 49 favoráveis e dois contrários. O texto foi articulado dentro da Instituição e prevê a atualização das estruturas da Brigada.
“Nós temos, por exemplo, a criação da base aeropolicial de Santa Maria, que vai poder atender a região norte e a região oeste do estado com os helicópteros novos que foram adquiridos. Nós temos cinco novos helicópteros que devem chegar ao longo do ano de 2026 e 2027. Tem também a criação do Comando de Aviação, já que nós temos, além desta base de Santa Maria, as já existentes em Porto Alegre, Capão da Canoa e Caxias do Sul. Também criamos o Departamento de Inteligência na simetria do que existe na Polícia Civil facilitando a integração e a troca de informações”, explicou.
Um dos pontos de protesto no texto era o que previa a extinção da Escola de Formação e Especialização de Soldados de Montenegro. Apesar disso, Feoli alegou que a escola será substituída por um Centro de Treinamento e Especialização.
“Significa que, além das formações que já são realizadas, nós iremos concentrar o treinamento, a especialização da tropa. E a especialização em treinamento é anual. As formações são de acordo com a liberação governamental. Esperamos que tenhamos no futuro, mais movimento de policiais militares naquela escola, sobretudo nos cursos de especialização”, finalizou.
O Corpo de Bombeiros é responsável por coordenar o trabalho dos 930 guarda-vidas que estarão distribuídos em praias marítimas e em balneários de água doce
Airton Lemos GZH
Quase 3,3 mil servidores da segurança pública do Estado vão trabalhar na Operação Verão Total que começa no próximo sábado (13). A operação envolve o policiamento e o atendimento no Litoral e em outras regiões turísticas do Rio Grande do Sul. O anúncio foi feito pelo governo do Estado nesta quinta-feira (11).
O reforço envolve Brigada Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Instituto-Geral de Perícias e Detran, além de mais de 500 viaturas e helicópteros para apoio aéreo. Esse efetivo se soma ao que já atua nos litorais Norte e Sul, mas a operação também chega à Serra, à Costa Doce e à Fronteira, onde o movimento cresce com a temporada.
O Corpo de Bombeiros é responsável por coordenar o trabalho dos 930 guarda-vidas que estarão distribuídos em 264 guaritas, tanto em praias marítimas quanto em balneários de água doce. São 638 militares — entre bombeiros e policiais — e 282 civis temporários contratados para o período.
Para agilizar atendimentos e salvamentos, o patrulhamento conta com 18 quadriciclos e 18 motos aquáticas, que dão mais velocidade aos deslocamentos ao longo da orla. A corporação reforça que os banhistas devem buscar áreas próximas às guaritas, respeitar as bandeiras de risco e evitar locais sem cobertura.
A Operação Verão Total segue até o fim de março, acompanhando o aumento no fluxo de turistas e moradores nas regiões de praia e lazer.
Em janeiro de 2026, 300 novos soldados vão realizar o Curso Básico de Formação Policial Militar no município
Fernanda Bassôa Correio do Povo
A proposta de transformar a Escola de Formação e Especialização de Soldados (EsFES) de Montenegro em Centro de Treinamento não traz qualquer prejuízo à segurança pública do município, garante a Brigada Militar. Na prática, trata-se apenas de uma reorganização administrativa, convertendo a antiga escola em um Centro de Treinamento Policial. Segundo a corporação, essa mudança representa diversos avanços. Não se trata de encerramento das atividades, mas de uma modernização que ampliará a capacidade de treinamento da BM e manterá Montenegro como referência em formação policial. Inclusive, a partir de janeiro de 2026, 300 novos soldados vão realizar o Curso Básico de Formação Policial Militar (CBFPM) na EsFES Montenegro.
No início desta semana, uma grande mobilização em favor da manutenção da EsFES da Brigada Militar, na cidade de Montenegro, reuniu autoridades locais, lideranças, representantes da segurança pública e entidades, em frente ao prédio da corporação, no Passo do Manduca. O grupo, que reuniu mais de 100 pessoas, realizou um abraço simbólico à escola, em um gesto de união contra a extinção das atividades no local.
A Brigada Militar assegura que o local da EsFES continuará ativo, funcionando como espaço oficial de capacitação da corporação. O novo Centro permitirá mais cursos, mais treinamentos e atividades mais frequentes. Isso ampliará a presença de policiais militares em formação e aperfeiçoamento na cidade, de forma contínua, informa a Comunicação Social da Brigada Militar. Essa dinâmica fortalece o preparo dos efetivos e reflete diretamente na melhoria da segurança pública em toda a região, além de gerar um fluxo permanente de policiais militares treinando em Montenegro.
Diversas razões técnicas orientam a melhoria da formação e a otimização do espaço, com cursos de curta duração, de forma contínua. A destinação principal da atual estrutura passará a ser compatível com um Centro de Treinamento e não mais limitada a uma escola de formação. Outro ponto está na metodologia utilizada atualmente em cursos de longa duração, que conduz as turmas de maneira sincronizada, buscando isonomia de avaliação. Segundo a Brigada Militar, esse modelo obriga o cumprimento simultâneo do calendário em diferentes escolas que iniciaram turmas ao mesmo tempo.
A atual escola de Montenegro já sofreu constantes inundações, o que força as demais unidades a interromper seus calendários, atrasando formaturas e a disponibilidade de novos PMs para o atendimento à sociedade. Mesmo com o apoio de diversos órgãos para reerguer a estrutura a cada vez que a escola é atingida pelas cheias, a recuperação torna-se cada vez mais dispendiosa, em razão dos danos que se acumulam a cada nova inundação. O que também reforça a importância de se tornar um centro de treinamento policial.
O curso se iniciou no dia 30 de maio deste ano e cumpriu o planejamento de ensino de 495 horas-aula; a solenidade foi realizada no campus da Ulbra, em Canoas
Fernanda Bassôa Correio do Povo
Aconteceu nesta sexta-feira, no campus da Ulbra, em Canoas, a formatura de habilitação à promoção para a graduação de 2º sargento do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul. Com 322 formandos, o curso se iniciou no dia 30 de maio de 2005 e cumpriu o planejamento de ensino de 495 horas-aula, sendo 240 horas ministradas na modalidade de ensino à distância e 225 presencialmente, sendo a parte presencial dividida em três etapas.
As disciplinas abrangeram o conhecimento técnico-profissional general e conhecimento técnico-profissional específico na temática do bombeiro militar, destacando-se as disciplinas de prevenção de incêndio, busca de salvamento, tática de combate a incêndio e defesa civil. A partir da habilitação, os militares passarão a integrar as diversas unidades do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, representando um incremento de recursos humanos qualificado e responsável.
O Comandante do Corpo de Bombeiros Militar do RS, coronel Julimar Fortes Pinheiro, iniciou seu discurso resgatando as origens da corporação, falando sobre o fundamento de que o Estado tem o dever inalienável de proteger a vida e o bem público. “Alicerçadas na conduta e na coragem de combatentes, que ousaram enfrentar as agruras do fogo. Valendo-se de valores e princípios, o Corpo de Bombeiros Militar, se estabelece como uma instituição de maior credibilidade para a sociedade brasileira.”
O coronel enfatizou que o Corpo de Bombeiros é a prova viva que o tempo não apaga os verdadeiros valores. “O tempo, os engrandece e fortalece a coragem, a disciplina, a humanidade, a excelência e a dedicação absoluta à vida. Hoje comemoramos mais um momento de vitórias para nossa corporação. Todos aqui já são vitoriosos porque escolheram estar entre os melhores. E venceram todos os desafios para concretizar seus sonhos e objetivos pessoais quando ingressaram nas fileiras do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Sul.” Por fim, exaltou que todos os militares presentes foram aprovados em todas as etapas do curso e hoje, conjuntamente, podem comemorar mais esta vitória.
Estimativa considera o cronograma de formação e o estágio operacional dos alunos-soldados
Airton Lemos GZH
Após o anúncio do chamamento de 1,2 mil novos soldados para a Brigada Militar, a corporação já trabalha com uma projeção concreta: os primeiros policiais formados devem chegar às ruas entre o fim de setembro e o início de outubro de 2026. Segundo o comandante-geral, coronel Cláudio Feoli, a estimativa considera o cronograma de formação e o estágio operacional dos alunos-soldados.
Os 800 primeiros convocados iniciam o curso na segunda quinzena de janeiro. Com oito meses de aulas, a formatura está prevista para o fim de setembro ou início de outubro. Outros 400 começarão a formação em abril e só devem reforçar o policiamento em 2027. Antes disso, todos passam por um estágio de 30 dias.
Distribuição só será definida no fim do curso
Ainda não há definição sobre quais cidades receberão o novo efetivo. A corporação trabalha com critérios técnicos que só podem ser aplicados após a conclusão da formação.
— Ao final do curso nós avaliamos todo um contexto técnico de distribuição, inicialmente preenchendo aqueles municípios que têm um efetivo muito baixo em relação à sua população e, a partir daí, os de maior índice de criminalidade — conclui.
Segundo Feoli, a lógica é: primeiro, reforçar municípios com efetivo baixo em relação à população; depois, priorizar localidades com maiores índices de criminalidade. A avaliação depende de indicadores que variam ao longo do ano, o que impede antecipar o mapa de distribuição.
Oito meses de formação e protocolos atualizados
A formação dos novos soldados inclui disciplinas de Direito, Direitos Humanos, técnica policial, defesa pessoal, uso progressivo da força e aplicação de armas letais e não letais. Eles também recebem treinamento em policiamento comunitário, proteção escolar, atendimento a grupos vulneráveis e procedimentos operacionais padrão.
Déficit ainda é grande, mas vem diminuindo
A entrada dos novos policiais melhora o quadro, mas não resolve o déficit histórico. Feoli lembra que, na década de 1990, a Brigada contava com cerca de 30 mil policiais.
Com o chamamento anunciado, a projeção é que o efetivo alcance 20 mil PMs em 2026 — número ainda distante do patamar de 30 anos atrás, embora superior ao registrado nos últimos anos.
Além dos soldados, a corporação prevê o chamamento de 120 alunos-oficiais em 2026, cujo curso tem duração de dois anos.
Tecnologia e gestão por resultado para compensar defasagem
Mesmo com menor efetivo que no passado, a Brigada afirma que tem conseguido reduzir indicadores de criminalidade com o uso de ferramentas de gestão. Dados de incidência de ocorrências orientam a alocação de equipes, horários de reforço e distribuição de viaturas, numa estratégia que a corporação utiliza para otimizar recursos humanos e materiais.
Serão chamados 800 policiais em janeiro e outros 400 em abril de 2026
Júlia Ozorio GZH
O governador Eduardo Leite autorizou a nomeação de 1,2 mil novos soldados aprovados em concurso da Brigada Militar. De acordo com o anúncio, realizado nesta quinta-feira (4) na rede social X, serão chamados 800 policiais em janeiro, e outros 400 em abril do ano que vem.
A partir da convocação, os candidatos aprovados realizarão o Curso Básico de Formação Policial Militar (CBFPM), ficando aptos para reforçar a segurança pública do Estado.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP) do RS, esta foi a primeira convocação do certame, que foi aberto em março e homologado em 21 de novembro. O edital tem validade de dois anos, seguindo ativo até 21 de novembro de 2027, e pode ser prorrogado por igual período.
Atualmente, o processo seletivo está na etapa de investigação social e análise da vida pregressa dos candidatos aprovados. Aqueles que tiverem a documentação aprovada nesta fase, poderão iniciar o curso de formação, que deve durar cerca de 10 meses.
Conforme a Brigada Militar, a previsão é de 500 policiais sejam destinados à Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Graduados (EsFAG) de Porto Alegre e outros 300 à Escola de Formação e Especialização de Soldados (EsFES) de Montenegro, no Vale do Caí.
“Reposição contínua”
Na publicação de anúncio, Leite também ressaltou que a medida é uma continuidade da política de reposição do efetivo, iniciada em seu primeiro mandato:
“Mais um passo de continuidade na política que adotamos ainda no meu primeiro ano de mandato, em 2019, com uma rotina de reposição de efetivo das forças de segurança, para dar previsibilidade às instituições e manutenção daquilo que temos de mais valioso na área: um corpo robusto de homens e mulheres vocacionadas que se entregam à missão de proteger os gaúchos”, escreveu o governador no post.
O secretário Mario Ikeda, da SSP, salientou que além da reposição do efetivo, o Estado tem investido em equipamentos para as forças de segurança, como os novos helicópteros para a Brigada Militar e para o Corpo de Bombeiros Militar (CBM).
— Todos esses equipamentos estão ajudando a fazer a diferença, dando condições de trabalho ainda melhores para a nossas instituições e proporcionando ainda mais segurança e serviços de qualidade a nossa população — ressaltou.
Veja a íntegra da nota de Leite
Mais Segurança Pública para os gaúchos! Acabo de autorizar o chamamento de 1.200 novos soldados da Brigada Militar, aprovados em concurso para iniciarem os cursos de formação. Serão 800 em janeiro e mais 400 em abril de 2026.
Mais um passo de continuidade na política que adotamos ainda no meu primeiro ano de mandato, em 2019, com uma rotina de reposição de efetivo das forças de segurança, para dar previsibilidade às instituições e manutenção daquilo que temos de mais valioso na área: um corpo robusto de homens e mulheres vocacionadas que se entregam à missão de proteger os gaúchos.
Nosso governo já foi o primeiro em décadas a terminar o mandato, em 2022, com mais efetivo do que tinha quando começou. E nesse segundo ciclo de governo vamos renovar essa marca, determinados a investir para promover um Estado cada vez mais seguro para se viver e ser feliz.
Ato visa reajuste salarial, promoções e melhorias estruturais
Marcel Horowitz Correio do Povo
O Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores da Policia Civil do Rio Grande do Sul (Ugeirm) anunciou que haverá paralisação estadual da categoria em 11 de novembro. O objetivo é pressionar o governo gaúcho por reajuste salarial de 15,2%, concessão de promoções e melhorias nas estruturas de trabalho.
“Nosso objetivo é chamar atenção da sociedade e das autoridades para a situação de extrema precariedade da Polícia Civil. Também será um momento de reflexão com os próprios colegas. Vivemos um arrocho salarial e, por isso, há um numero excessivo de exonerações. Além disso, a situação estrutural das unidades policiais. Ainda vamos cobrar as promoções na carreira”, disse o vice-presidente do Ugeirm, Fábio Nunes Castro.
De acordo com Nunes, a mobilização não afetará os serviços essenciais da Polícia Civil. “O plantão continuará em funcionamento. Por outro lado, vamos suspender operações, mandados de busca e outras diligências”, explicou.
Dando continuidade a uma série de reportagens sobre segurança Pública nos municípios a unidade móvel da Rede ABC da Segurança Pública – Correio Brigadiano, esteve neste mês de outubro (22/10) no Litoral Norte, na Cidade de Tramandaí.
Localizada no Litoral Norte do Estado do RS, Tramandaí é conhecida como a “Rainha das Praias”, tendo uma das maiores extensões de praias no estado.
Tramandaí, cidade com mais de 50 mil habitantes, população que no verão pode quadruplicar, chegando a 250 mil pessoas em dias de semana e até 500 mil em fins de semana e feriados, tem adotado investimentos significativos para implementar uma sensação de segurança não só aos habitantes no município como também à milhares de turistas que deslocam á cidade nos finais de semana e períodos de verão.
Autoridades locais assumem responsabilidades com a segurança pública
Embora a segurança pública seja um dever do estado, Tramandaí avança entregando aos munícipes, estrutura moderna que facilitam os homens e mulheres agentes da segurança a cumprirem com suas atribuições de preservação da ordem pública no município.
Videomonitoramento e Cercamento Eletrônico
Com o Software Bridgefy (Safe Way) com tecnologia da DGT é possível monitorar e identificar veículos objetos de roubo ou furtos, objetivando a prisão de delinquentes, dando mais segurança e efetividade às forças policiais.
O que o software faz:
Detecta veículos suspeitos em tempo real;
Permite busca de veículos por placas e características;
Gera alertas automáticos e relatórios de ocorrências;
Integra informações de diferentes bancos de dados;
Oferece mapas interativos e estatísticas de tráfego.
Recurso adicional: análise preditiva de crimes
Além do monitoramento em tempo real, a DGT também oferece a licença Crime Report, que analisa dados históricos para prever onde e quando crimes podem acontecer. A tecnologia ajuda as autoridades a se anteciparem, direcionando equipes para as áreas de maior risco e reduzindo o tempo de resposta em emergências.
Em Tramandaí, além das principais vias urbanas, avenidas e beira mar, os equipamentos estão instalados nos principais acessos de entrada e saída da cidade.
Município prioriza avanços na Segurança Pública
– A mais de uma década a cidade de Tramandaí tem priorizado e investido em Segurança Pública.
Talvez por ter em suas últimas administrações sempre alguém ligado a área da segurança, o município tenha seu programa de governo focado nesta demanda social.
– Tivemos duas administrações: do ex-prefeito Major Gauto e atualmente a gestão do prefeito Juarez Marques que conta comigo na condição de Vice-prefeito.
Desta forma percebemos desde cedo que não bastava somente uma boa integração dos órgãos de segurança: Guarda Municipal, Brigada Militar, Polícia Rodoviária Estadual, Polícia Federal e outras, era preciso a participação do município dando condições aos agentes locais. Assim, contratamos a DGT – tecnologia, que conta com o que há de mais moderno e comprovadamente eficiente em termos de tecnologia e quem efetivamente é beneficiada é a comunidade de Tramandaí, além de veranistas e turistas.
Atual prefeito em exercício ostenta a segurança de Tramandaí como prioridade permanente.
Foto: Tenente da Reserva da Brigada Militar e vice prefeito de Tramandaí – Claudiomir da Silva Pedro
Secretário de Segurança, Transporte e Trânsito destaca a vigilância permanente da cidade
O Secretário reafirmou que dificilmente algum delinquente consiga não ser identificado na prática de crimes no âmbito do município.
Foto: Paulo Ricardo Trevisol – Secretário de Segurança, Transporte e Trânsito de Tramandaí
– Dentro do sistema em operação atualmente em Tramandaí, contamos, por exemplo, com Câmeras OCRs que permitem identificar veículos furtados gerando alertas automáticos e relatórios de ocorrências, facilitando a intervenção policial que na maioria das vezes resulta exitosa com a prisão dos delinquentes.
Esta conjugação de esforços, fruto de decisões das forças vivas da comunidade têm registrado diminuições de índices de criminalidade proporcionando mais segurança às pessoas.
Centro de Comando e Controle tem a gerência da Guarda Municipal
Foto: Luiz Eduardo Gaudino Lopes – Comandante da Guarda Municipal de Tramandaí
O Comandante Lopes da Guarda Municipal de Tramandaí afirmou a reportagem que o órgão presta um efetivo serviço durante 24 horas o que possibilita um monitoramento em tempo real que permite o compartilhamento de informações com os demais órgãos de segurança pública, possibilitando operações em conjunto bem como, quando necessário o pedido de apoio em situações que exijam supremacia de força policial.
Centro de Comando e Controle tem a gerência da Guarda Municipal
O compartilhamento das imagens geradas das câmeras dispostas na cidade, são refletidas no quartel da Brigada Militar de Tramandaí, possibilitando o acompanhamento por parte do efetivo.
A Brigada Militar e a prefeitura municipal tem realizado intercâmbio a fim de que as imagens produzidas em tempo real sob a gerência da Guarda Municipal possam ser espelhadas à instituição, a exemplo de outras cidades que possuem as mesmas tecnologias, disponibilizando link de acesso a fim de facilitar ainda mais a conjugação de esforços ao combate a criminalidade e a preservação da ordem pública.
Após a megaoperação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro, integrantes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva intensificaram a campanha em prol da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública como uma das principais ações para combater o avanço das facções criminosas no país. Desde que foi formulada pela gestão do ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, há mais de 18 meses, a PEC superou divergências dentro do próprio governo e hoje é alvo de críticas de parlamentares e governadores da oposição.
Enviada em abril ao Congresso Nacional, a proposta está nas mãos do relator, deputado Mendonça Filho (União-PE), que minimizou a cobrança por celeridade após a operação mais letal do Rio. Segundo o parlamentar, a medida “não tem capacidade de mudar o status quo” do estado e precisa ainda passar por uma “discussão aprofundada”.
O que prevê a PEC da Segurança?
A essência da PEC é ampliar o papel do governo federal para formular políticas da área e dar mais instrumentos para que o consiga coordená-las. Para isso, o texto altera artigos da Constituição que definem a competência de cada poder na segurança pública.
Além disso, também inclui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), que vigora por meio de uma lei ordinária desde 2018, na Constituição, a exemplo do que acontece com o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Sistema Nacional de Educação.
Na visão de Lewandowski, isso vai dar mais força para que as forças policiais atuem de forma integrada com uma base de dados e procedimentos padronizados — o que não ocorre hoje.
Não interferência nos Estados
Diante de críticas de governadores e da oposição que a PEC usurpava poderes de estados, o Ministério da Justiça acrescentou um parágrafo para reforçar que a União não pretende invadir prerrogativas que hoje são dos governos estaduais. O texto diz que a PEC “não exclui” as “competências comuns e concorrentes dos demais entes federativos relativas à segurança pública e à defesa social, nem restringem a subordinação das polícias militares, civis e penais e dos corpos de bombeiros militares aos governadores dos Estados e do Distrito Federal”.
Um sistema criado para unir, mas que segue fragmentado
O Susp foi criado em 2018, durante o governo de Michel Temer, com a Lei nº 13.675/2018. A intenção era simples na teoria e ambiciosa na prática: unificar políticas e operações entre as forças federais, estaduais e municipais, com base em troca de dados, planejamento conjunto e coordenação centralizada pelo governo federal. No entanto, sete anos depois, o sistema ainda enfrenta entraves operacionais. Faltam padronização nos fluxos de informação, integração de bancos de dados e planejamento conjunto de ações entre polícias, Ministério Público, Judiciário e guardas municipais. Muitos Estados sequer estruturaram seus conselhos e planos estaduais de segurança, o que compromete a execução integrada das políticas. O jurista Eduardo Pazinato complementa que, na prática, o Susp vem sendo implementado de forma gradual, a partir de induções do governo federal. O que ocorre é uma adesão voluntária. A União lança programas e exige contrapartidas, como planos municipais de segurança, para que Estados e prefeituras recebam recursos, observa.
O desafio de tornar o Susp constitucional
O desafio de tornar o Susp constitucional Diante das dificuldades, o governo federal decidiu reforçar o Susp pela via constitucional. A PEC da Segurança Pública, enviada ao Congresso em abril, propõe incluir o sistema na Constituição Federal, garantindo continuidade das políticas, obrigatoriedade da cooperação federativa e segurança jurídica nas atribuições de cada ente. O objetivo é criar uma base sólida para que haja coordenação de esforços, compartilhamento de dados e continuidade das políticas, independentemente de mudanças de governo. Além de constitucionalizar o Susp, a proposta também atualiza as competências da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal e inclui no texto constitucional o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional. Para o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, a medida é essencial para enfrentar o crime organizado, que atua de forma interestadual e transnacional.
“O crime organizado hoje é um fenômeno nacional e até global. Precisamos de ações coordenadas, planejadas e integradas entre as forças federais, estaduais e municipais — afirmou o ministro, na terça-feira, após a operação no Rio.”
A DGT Tecnologia apresenta o Bridgefy Safe Way, um software de monitoramento inteligente de veículos desenvolvido para auxiliar forças policiais no enfrentamento à criminalidade.
Com uso de inteligência artificial, o sistema identifica rotas suspeitas, cruza dados de placas em tempo real e gera alertas imediatos para apoiar investigações de roubos e furtos.
O que o software faz:
Detecta veículos suspeitos em tempo real;
Permite busca de veículos por placas e características;
Gera alertas automáticos e relatórios de ocorrências;
Integra informações de diferentes bancos de dados;
Oferece mapas interativos e estatísticas de tráfego.
Recurso adicional: análise preditiva de crimes
Além do monitoramento em tempo real, a DGT também oferece a licença Crime Report, que analisa dados históricos para prever onde e quando crimes podem acontecer. A tecnologia ajuda as autoridades a se anteciparem, direcionando equipes para as áreas de maior risco e reduzindo o tempo de resposta em emergências.
Por que é inovador
Desenvolvido no Brasil, com foco na realidade das cidades brasileiras;
Redução de até 90% em falsos positivos em placas de veículos com alerta de roubo/furto;
Acesso simples e seguro em múltiplas plataformas;
Uso de inteligência artificial para analisar grandes volumes de dados de forma mais eficiente que a vigilância humana.
A DGT Tecnologia coloca o Bridgefy Safe Way à disposição de órgãos públicos, empresas e parceiros estratégicos, oferecendo demonstrações práticas e consultorias personalizadas. Mais do que um software, trata-se de uma solução completa para transformar a gestão da segurança, aumentar a eficiência operacional e reduzir riscos em áreas urbanas.