Em seus 59 anos de vida, o gaúcho Ivan Brizola nunca aprendeu a nadar. Mas quando fortes enchentes atingiram o Rio Grande do Sul neste mês, ele pediu emprestado um caiaque – que também nunca tinha usado – e saiu resgatando pessoas em meio à inundação.
Com o objetivo de integrar a comunidade junto a Brigada Militar, o CPChoque realizou a 1ª Corrida do Comando de Polícia de Choque, evento que reuniu militares e civis em uma prática esportiva na sede do Batalhão, no bairro Aparício Borges, em Porto Alegre. Para o Comandante do CPChoque, Coronel Cláudio de Azevedo Goggia, o evento teve como objetivo integrar a comunidade e fortalecer os laços entre a Brigada Militar e a população.
Morreu de forma trágica na final da manhã deste sábado(30) o presidente estadual da ABAMF, Soldado Potiguara Galvam Ribas. Segundo nota do 12 BPM, o fato ocorreu após um incêndio que atingiu uma fábrica de fogos em artifício, em São Luis da 6ª Légua, em Caxias do Sul.
O Jornal Correio Brigadiano, que acompanhava o trabalho do Soldado Galvam desde quando ainda era vice-presidente da ABAMF Caxias do Sul, e agora como presidente Estadual da ABAMF, onde vinha fazendo um trabalho de reestruturação e recuperação da entidade, lamenta esta imensa perda para a categoria brigadiana, mais do que isso, uma perda irreparável para a família e amigos.
Desejamos o conforto necessário nesta hora de imensa dor para os familiares e amigos, que Deus traga o auxilio necessário a todos.
Grupo diz que preciso é criar um sistema de proteção social em simetria ao das polícias militares
Representantes da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros Militar voltaram a criticar o projeto de reestruturação do IPE Saúde apresentado pelo governo do Estado e defenderam nesta terça-feira, em Porto Alegre, a criação de um plano de saúde para militares estaduais. O grupo vai reforçar a mobilização junto a deputados na Assembleia Legislativa para tentar mudanças no texto através de emenda ao PLC na Lei Complementar Estadual 10.990/97, que dispõe, entre outras coisas, sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar.
O presidente da Associação dos Oficiais da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (ASOFBM), coronel Marcos Paulo Beck, explica que as alterações permitiriam ao Estado proporcionar ao Militar Estadual e dependentes assistência médico-hospitalar pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar com um aumento de alíquota de 3,5%, que garantiria a manutenção do sistema próprio. “A nossa proposta é criar um sistema de proteção social em simetria ao das polícias militares e bombeiros militares”, afirma.
Conforme Beck, alguns estados no Brasil já criaram esse sistema de proteção social. As entidades garantem que já apresentaram os cálculos ao governo e à Assembleia Legislativa. De acordo com os representantes, militares ativos, inativos e pensionistas somam mais de 53 mil. A arrecadação média é de R$ 240 milhões por ano, com uma alíquota de 3,1%. Presidente da Associação dos Oficiais Estaduais do Rio Grande do Sul (AOFERGS), Paulo Ricardo da Silva explica como funcionaria o novo sistema de saúde voltado a militares.
“Seria um sistema de saúde aos moldes do Exército, onde nós gerenciaríamos. Hoje se comprovou que o IPE não tem capacidade de gerenciamento, por isso que nós chegamos nesse ponto. Faríamos a gestão com controle, sem onerar o funcionário, que é o que está acontecendo hoje, porque o IPE hoje não consegue cobrar dos seus maiores devedores, ou seja, o Estado. Temos uma dívida de praticamente 1,7 bilhão”, destaca. Para viabilizar o plano, a ideia é apresentar uma emenda ao projeto criando o sistema de saúde dos policiais militares.
Presidente da Abamf, que representa os servidores de nivel médio da BM, Potiguar Galvam afirma que a “falta de gestão dentro do Ipê Saúde” se arrasta há muitos anos. Teria que ter uma auditoria interna dentro do IPE para achar o real problema e começar a criar soluções dentro desse instituto. O IPE Saúde não é auditado desde 2013, porque o sistema está desatualizado. Os devedores são muitos”, destaca.
Maioria dos itens foi retirada do imóvel, na Avenida Coronel Aparício Borges, no bairro Partenon, em 2001
GZH
Fechado há mais de duas décadas, um dos prédios mais antigos da Brigada Militar terá mais uma chance de reabrir as portas em Porto Alegre. Nesta quinta-feira (27), às 14h, empresas interessadas em restaurar o Museu da BM poderão apresentar propostas para o serviço, na modalidade tomada de preços. Está é a terceira licitação aberta pelo governo do Estado na tentativa de renovar o local. Localizado na Avenida Coronel Aparício Borges, no bairro Partenon, o espaço é guardião de peças que remontam a história da corporação.
O imóvel, que é tombado como Patrimônio Histórico do Estado desde 1990, foi construído em 1910, para servir como Linha de Tiro da BM — local onde ocorrem treinamentos de brigadianos e o manuseio de armas. Nos últimos anos, ele passou também a abrigar acervos históricos da BM. Em 2001, a maior parte dos itens foi retirada dali, para que ficassem protegidos de problemas que já eram registrados no local, como infiltrações e cupins. Os itens foram levados para a Rua dos Andradas, onde estão expostos até hoje e podem ser visitados.
Desde então, o espaço nunca mais foi aberto. Acumula poeira e reúne pilhas de telhas e pedaços de madeira no chão e pelos cantos. As portas e janelas, de madeira, têm contornos antigos sofisticados, mas estão velhos e quebrados. No meio de tudo isso, ainda estão alguns itens históricos, que contam a história de uma BM autossuficiente. Uma dessas peças é a máquina utilizada na fabricação de calçados para o efetivo, usada até fim da década de 1980. Também há no espaço algumas pequenas mesas e um cofre, além de uma máquina que produzia recarga e munição para os treinamentos de tiro de brigadianos.
No canto perto da entrada, há uma prensa tipográfica, na qual eram produzidos boletins distribuídos internamente na corporação. No canto, perto de uma das janelas, está acomodado o maior equipamento do local: um fogão com rodas grandes, da década de 1920, utilizado no preparo de alimentos para as tropas em deslocamento nos períodos em que a BM participava de conflitos armados.
Conforme o ex-comandante-geral da BM e presidente da Associação Amigos do Museu da BM (AAMBM), coronel Jeronimo Carlos Santos Braga, 84 anos, esses itens não foram retirados do local por serem muito pesados. Além do imóvel que abriga o museu, há um alpendre na área dos fundos, que também deve ser restaurado.
Já na Rua dos Andradas estão documentos históricos, aparelhos e fardamentos usados ao longo da história da BM. Há ainda armamentos antigos, como um canhão Whitworth (modelo 1863), utilizado na Revolução Federalista.
Vista interna da linha de tiro, na década de 1920Linha de tiro do Museu / Arquivo Pessoal
Espaço cultural
Se a nova licitação vingar, a Brigada Militar pretende expor o acervo nos dois endereços, na Avenida Coronel Aparício Borges e na Rua dos Andradas. Como o acervo do museu cresceu muito, não deve mais caber somente no espaço do bairro Partenon.
Além disso, nos planos da AAMBM, o imóvel tombado também poderá servir, depois de restaurado, como centro cultural, com salas para exposição de trabalhos e local onde serão ministrados cursos voltados para a área da segurança pública, abertos a BM e a toda a comunidade, explica o coronel Braga.
Apesar de ter deixado a corporação em 1990, o ex-comandante-geral segue atuando pela corporação, agora por meio da associação. Braga é como um militante da reforma do museu e costuma buscar formas de financiar o restauro no local. Para quem, como ele, viu o espaço funcionando normalmente alguns anos atrás, o cenário atual é um tanto amargo:
— A gente fica triste, mas isso serve de motivação para continuar. A demanda da BM hoje é muito maior do que no meu tempo, são poucos recursos, a criminalidade e a população aumentaram muito. Quem administra precisa fazer escolhas, focar no que é prioridade, e a manutenção daqui fica prejudicada. O que nós da associação defendemos é que os policiais que estão na reserva se unam nesta missão, ajudem a buscar recursos e formas de restaurar este local tão importante para a história da BM.
Segundo a corporação, o imóvel foi transformado em museu em 1985, mas instalado oficialmente em março de 1987. No total, o acervo é composto por cerca de 5,5 mil obras, além de documentos, revistas, álbuns fotográficos e materiais impressos históricos, esculturas, filmes, fardamentos, medalhas e material bélico.
Licitação
Esta é a terceira vez que a licitação para o serviço é aberta. Na primeira ocasião, em 2021, duas empresas demonstraram interesse, mas não cumpriram os requisitos estabelecidos no edital. Em 2022, o certame não teve interessados.
O valor de referência da obra é de R$ 1,56 milhão para a contratação de empresa especializada para a execução de obra de restauração do Museu da Brigada Militar, que tem área de 320 metros quadrados.
Publicada no dia 12, a licitação para a restauração do prédio ocorre na modalidade tomada de preços. O certame ocorre na quinta (27), às 14h, prazo que empresas interessadas têm para entregar dois tipos de documentação ao Estado (habilitação e proposta de preço). A entrega ocorre no segundo andar do Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF), em Porto Alegre.
A primeira é a documentação de habilitação, em que a empresa tem de comprovar regularidade jurídica e capacidade financeira e técnica para a execução da obra. Essa documentação é avaliada pela Central de Licitações e pela Secretaria de Obras Públicas e não tem prazo para ser concluída. Com o resultado desta fase publicado, é aberto prazo de recursos. Após este período, as empresas que tiverem os documentos de habilitação aprovados terão as suas propostas de preço abertas. O critério é o menor preço. Também não há prazo para a avaliação ser concluída. Com o resultado publicado, há, novamente, prazo para recursos. Depois da avaliação de todos os recursos, o resultado final da licitação é homologado.
When, while the lovely valley teems with vapor around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image, and the breath of that universal love which bears and sustains us, as it floats around us in an eternity of bliss; and then, my friend, when darkness overspreads my eyes, and heaven and earth seem to dwell in my soul and absorb its power, like the form of a beloved mistress, then I often think with longing, Oh, would I could describe these conceptions, could impress upon paper all that is living so full and warm within me, that it might be the mirror of my soul, as my soul is the mirror of the infinite God!
O my friend — but it is too much for my strength — I sink under the weight of the splendor of these visions! A wonderful serenity has taken possession of my entire soul, like these sweet mornings of spring which I enjoy with my whole heart. I am alone, and feel the charm of existence in this spot, which was created for the bliss of souls like mine. I am so happy, my dear friend, so absorbed in the exquisite sense of mere tranquil existence, that I neglect my talents. I should be incapable of drawing a single stroke at the present moment; and yet I feel that I never was a greater artist than now. When, while the lovely valley teems with vapor around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image, and the breath of that universal love which bears and sustains us, as it floats around us in an eternity of bliss; and then, my friend, when darkness overspreads my eyes, and heaven and earth seem to dwell in my soul and absorb its power, like the form of a beloved mistress, then I often think with longing, Oh, would I could describe these conceptions, could impress upon paper all that is living so full and warm within me.
When, while the lovely valley teems with vapor around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image, and the breath of that universal love which bears and sustains us, as it floats around us in an eternity of bliss; and then, my friend, when darkness overspreads my eyes, and heaven and earth seem to dwell in my soul and absorb its power, like the form of a beloved mistress, then I often think with longing, Oh, would I could describe these conceptions, could impress upon paper all that is living so full and warm within me, that it might be the mirror of my soul, as my soul is the mirror of the infinite God!
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