ABAMF: Entidade vai a Assembleia Legislativa para debater IPE Saúde

Na manhã desta quarta feira, 17 de maio, a DIRETORIA EXECUTIVA ABAMF, na figura de seu PRESIDENTE e DIRETORES, estiveram na Assembleia Legislativa para a entrega de documentação referente às demandas do IPE SAÚDE.

Aproveitaram também o ensejo para reuniões com diversos Deputados, para debater o assunto do IPE SAÚDE, sendo que o Governo deverá apresentar em breve na Assembleia Legislativa, proposta que vem à prejudicar todos os Servidores do Estado.

Precisamos de uma gestão séria dentro do IPE SAÚDE e, para isso, se faz necessário uma auditoria externa para que possamos entender o real problema do instituto e assim dentro de um diálogo constante, viabilizar um projeto que possa vir a atender às demandas de todos nós servidores.

Não podemos aceitar que mais uma vez o Governo do Estado simplesmente coloque a culpa nos Servidores, sem o devido diálogo, pois este projeto impactará milhares de vidas, então nesta hora é necessário responsabilidade e transparência.

Ressaltamos ainda que estamos há alguns anos sem receber do Governo do Estado, a reposição da inflação, o que está na casa de 60%, há 8 anos não recebemos aumento real de salário e também não nos foi pago os 3,1% da lei da verticalidade, que está em vigência, e que tudo isso causa uma diminuição na arrecadação para o IPE SAÚDE.

SP: PMs em serviço morreram mais por tiros de colegas do que de bandidos em SP

Em 40 dias, três policiais militares foram mortos por colegas de farda em SP; o caso mais recente ocorreu em Salto, no interior paulista

Metrópoles

São Paulo — Nos últimos 40 dias, três policiais militares em serviço foram mortos com tiros disparados por colegas de farda no estado de São Paulo, número que já é maior do que as duas mortes de PMs em confrontos com criminosos registradas no primeiro trimestre deste ano pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).

No caso mais recente, ocorrido na manhã dessa segunda-feira (15/5), o capitão Josias Justi da Conceição Júnior, comandante da 3ª Companhia da Polícia Militar de Salto, no interior paulista, e o 2º sargento Roberto Aparecido da Silva foram fuzilados por outro sargento, identificado até o momento somente como Gouveia.

Em abril, no dia 5, o sargento Rulian Ricardo foi morto com dois tiros, disparados por seu superior hierárquico, o capitão Francisco Laroca e o cabo Fabiano Rizzo, que atua como motorista dele. O assassinato ocorreu dentro de um batalhão da PM na zona sul da capital paulista.

Ambos os crimes ocorreram nos quartéis onde vítimas e autores trabalhavam e foram motivados, segundo apurado pelo Metrópoles, por discussões relacionadas à escala de trabalho. No caso ocorrido na capital, o sargento assassinado enviou áudios a um colega reclamando sobre isso (ouça abaixo).

O capitão e o sargento do interior foram fuzilados enquanto trabalhavam com documentos, em uma sala da 3ª Cia. do 50º Batalhão da PM. Já o sargento Rulian foi morto com tiros de pistola, um no pescoço e outro no tórax, nas dependências da 4ª Companhia do 46º Batalhão Metropolitano da PM, no Jardim Santa Emília, na zona sul paulistana.

“Saúde mental da PM está prejudicada”

Para especialistas ouvidos pelo Metrópoles, os assassinatos de PMs cometidos pelos próprios colegas de farda seriam decorrentes do estresse e da saúde mental frágil dos envolvidos.

“De forma nenhuma e de jeito algum a gente pode justificar que uma escala de trabalho gera uma coisa como essa, seria inconcebível a gente falar isso. Agora, por outro lado, a gente precisa ficar muito atento à saúde mental desse PM. O que os dados mostram é que, infelizmente, a saúde mental do PM está bastante prejudicada. Pelo que a gente percebe, esses casos mostram isso. São casos extremos”, afirmou Rafael Alcadipani, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Ele acrescentou ser necessário um maior cuidado com a saúde mental da PM. “É muito importante e fundamental que se olhe para isso”, disse.

Imagem colorida de comandante da PMSP morto por colega de farda
Capitão da PM Josias Justi da Conceição Júnior foi morto com tiro de fuzil por seu subordinado em SP

José Vicente da Silva, coronel da reserva da PM de São Paulo, afirmou que “por mais trágicos que sejam” os homicídios de policiais dentro dos batalhões, eles não podem demonstrar “um problema de caráter institucional.”

“SÃO SIMPLESMENTE DUAS TRAGÉDIAS QUE COINCIDIRAM EM UM CURTO ESPAÇO DE TEMPO, DE POLICIAIS EXTREMAMENTE ESTRESSADOS E COM ACESSO À ARMA DE FOGO. A ARMA, NATURALMENTE, CRIA A OPORTUNIDADE PARA ESSE TIPO DE DESENLACE”, AVALIOU.

O coronel da reserva, também membro do FBSP e ex-secretário Nacional de Segurança Pública, acrescentou ser importante a Corregedoria da PM apurar o que de fato ocorreu nos casos de policiais matando policiais.

“ATÉ QUE PONTO FOI UM PROBLEMA PREDOMINANTEMENTE INDIVIDUAL, DESSAS PESSOAS QUE ATIRARAM, CRIARAM SITUAÇÕES PARA O TIRO, E ATÉ QUE PONTO PODE TER OCORRIDO FALHA POR PARTE DA PM? LEMBRANDO QUE A CORPORAÇÃO TEM MAIS DE 80 MIL MEMBROS E ESSES FENÔMENOS NÃO SÃO EXCLUSIVOS DA PM, OU DA POLÍCIA DO BRASIL.”

O ouvidor das polícias de São Paulo, Cláudio Aparecido da Silva, afirmou que o adoecimento mental da tropa está se demonstrando em “diversas tentativas de suicídio e suicídios consumados” que chegaram ao conhecimento do órgão neste ano.

Ele afirmou ter encaminhado um ofício para o comando geral da PM, sugerindo a criação de um grupo de trabalho para diagnosticar “o tamanho do problema” que, segundo o ouvidor, “não é pequeno.”

“Precisamos cuidar da tropa e de seus familiares, debater o problema, dar atenção, diagnosticar as questões relacionadas a isso e, de fato, cuidar da saúde mental do policial.”

Nova proposta para o IPE Saúde mantém cobrança por dependente, mas estabelece limite de 12% de contribuição por servidor

GZH

Governador Eduardo Leite apresentou nova proposta na noite desta terça-feira (16) Guilherme Milman / Agencia RBS

Após a repercussão negativa da proposta inicial para a reestruturação do IPE Saúde, o governador Eduardo Leite apresentou uma segunda versão para os deputados da base aliada, na noite desta terça-feira (16). O novo projeto mantém a cobrança por dependentes, mas prevê limite de contribuição para servidores e redução no valor cobrado por cada um. O encontro ocorreu no Palácio Piratini. 

A nova proposta estabelece uma trava global que limita a contribuição dos servidores em 12% da remuneração, qualquer que seja o número de dependentes na família. O governo propõe, também, uma redução de 5% da contribuição de dependentes em relação à proposta inicial. 

O novo texto propõe a que o governador e o vice-governador sejam impedidos de aderir ao plano de saúde, que será restrito aos servidores públicos. Além disso, Leite anunciou que o Estado disponibilizará nos próximos dias um simulador de contribuição do plano principal, para facilitar a compreensão dos servidores sobre a proposta.  

A proposta do Executivo ampliaria a alíquota dos titulares, hoje em 3,1%, para 3,6%, índice que era aplicado até o ano de 2004. A contribuição paritária do Estado também aumentaria para o mesmo patamar.  

Os valores para os segurados não poderiam exceder o que determina a Tabela de Referência de Mensalidade (TRM) do IPE Saúde, com preços que valores de R$ 219 a R$ 1.254,75. Ou seja, o segurado pagaria sempre o que for menor: ou o valor previsto na tabela ou montante extraído do cálculo percentual com base no salário. A proposta deve ser encaminhada à Assembleia Legislativa até o fim desta semana. 

A tabela de contribuição para os dependentes teve redução, em relação à primeira proposta, em quase todas as faixas etárias. A faixa de cobrança para dependentes com menos de 24 anos, de R$ 49,28, foi mantida. 

Nas demais faixas etárias, em que os dependentes pagariam 40% do valor de referência para titulares, o percentual foi reduzido para 35%. Outra novidade é a colocação do dependente sob condição de invalidez na faixa de menor contribuição, de R$ 49,28, independentemente da idade.

BM prevê que cerca de 500 policiais devem reforçar ruas após deixarem de atuar no Presídio Central

Governo pretende passar administração do local para a Susepe após término da obra, prevista para ser concluída em janeiro do ano que vem

Cerca de 250 presos foram transferidos do Presídio Central na última semana Rodrigo Borba / Governo do Estado do Rio Grande do Sul / Divulgação

CID MARTINS. GZH

A Brigada Militar (BM) espera ter reforço de 500 policiais atuando nas ruas do Rio Grande do Sul a partir de 2024. Trata-se de PMs que, atualmente, estão trabalhando em casas prisionais do Estado, mas que devem voltar ao policiamento ostensivo no ano que vem.   

Essa transferência de função vai se iniciar pelos PMs que estão atuando hoje no Presídio Central e, depois, se estenderá para aqueles que trabalham atualmente na Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ), em Charqueadas.  

— Em janeiro, já serão uns 500 (deixando a atuar em prisões) e a população vai sentir a diferença nas ruas e não só em Porto Alegre, mas no Estado todo. Esses PMs que estão nos muros de dezenas de presídios, por exemplo, irão fazer patrulhamento principalmente no Interior — ressalta o secretário da Segurança Pública, Sandro Caron. 

O titular da pasta ressalta que o número de PMs que serão remanejados — inicialmente previsto em 500 — deve aumentar porque a Brigada deverá sair, aos poucos, de todas as prisões do Estado.  

Segundo o secretário, a corporação vai entregar a administração do Presídio Central para a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) até janeiro de 2024. A troca vai coincidir com o fim das obras no local, que se iniciaram no segundo semestre de 2022. Para isso, houve duas etapas de transferências de presos do local, em junho do ano passado, e em maio deste ano. 

PMs que atuam na segurança de prisões administradas pela Susepe também deixarão os locais, estima o secretário. A ideia é que esse serviço deixe de ser realizado pela BM gradualmente com a formação de novos policiais penais que passaram em concursos públicos. A última leva de brigadianos a sair será da PEJ, mas ainda sem data prevista. A única certeza, segundo Caron, é que deve ser até o final do governo Leite. 

Presença nas prisões há quase 30 anos

Somente no Presídio Central, os brigadianos estão desde 1995, há quase 30 anos. A medida foi tomada um ano depois de fuga na casa prisional. Entre os presos, estava Dilonei Melara. Eles fizeram reféns e, durante o trajeto, ainda invadiram o saguão do Hotel Plaza São Rafael, no Centro da Capital. 

Depois disso, cerca de 500 brigadianos ocuparam quatro casas prisionais para evitar motins e novas fugas. A intervenção militar seria por apenas seis meses, mas perdurou por vários anos, mesmo que a função constitucional dos policiais militares seja patrulhar, e não administrar prisões. 

Além do Presídio Central e da PEJ, a Penitenicária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc) e a Penitenciária Estadual de Charqueadas (PEC) foram administradas pela BM, mas atualmente estão sob responsabilidade da Susepe. 

Transferência de presos do Central se dá em razão de obras que acontecem no local Rodrigo Borba / Governo do Estado do Rio Grande do Sul / Divulgação
PMs que atuam no Central deverão reforçar policiamento nas ruas Jonathan Silva / Governo do Estado do Rio Grande do Sul / Divulgação
PMs serão substituídos por policiais penais na administração das prisões Jurgen Mayrhofer / Governo do Estado do Rio Grande do Sul / Divulgação

Entidades propõem que IPE Saúde mantenha sistema atual inalterado e crie outro para novos servidores

Modelo que União Gaúcha apresenta nesta tarde no Conselho do instituto é semelhante ao que foi adotado para a reforma da previdência

Entidades propõem que IPE Saúde mantenha sistema atual inalterado | Foto: IPE / Divulgação / CP memória

A União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública, que reúne 26 entidades representativas de diferentes esferas do serviço público estadual, formulou uma proposta alternativa de reestruturação do IPE Saúde. O texto toma por base duas linhas: preservação do plano principal atual e segregação de massa em um novo plano, alternativo. A ideia lembra muito o modelo utilizado para a reforma da previdência. Um documento detalhado foi entregue na reunião extraordinária do Conselho de Administração do IPE Saúde, que ocorre desde às 13h desta segunda-feira.

Conforme a proposição idealizada pelas entidades, o plano atual não teria mudanças, sendo por isto mantidas as atuais alíquotas de contribuição e a ausência de cobrança dos dependentes que hoje não pagam (uma parte deles, na verdade, já contribui). Para cobrir o déficit do plano atual são sugeridas duas medidas. A primeira é a concessão de recomposição inflacionária em um índice a ser debatido com o governo, de forma a permitir crescimento nas receitas do sistema e, ao mesmo tempo, o cumprimento do chamado limite prudencial das contas. E a segunda é que o governo quite os valores referentes a três pontos: aos imóveis do IPE que foram transferidos; aos pagamentos de RPVs e precatórios; e às paritárias de pensionistas. As entidades argumentam que, juntas, as três situações totalizam um montante de R$ 1 bilhão em créditos ao sistema. A proposta rechaça projetos que resultem em redução nominal de salários, condicionando elevação de alíquotas, cobrança de dependentes e aumento em coparticipações a recomposições inflacionárias por meio de revisões gerais anuais em iguais proporções.

Para evitar novos déficits, a proposição prevê a criação de um novo plano, que considere parâmetros etários e de dependentes, destinado aos servidores que ingressarem no sistema a partir da aprovação das mudanças. As entidades deixam em aberto a possibilidade de este novo plano ser desenhado conforme a proposta inicial apresentada pelo governo (com aumento das alíquotas de contribuição de 3,1% para 3,6%, cobrança de todos os dependentes, de acordo com a faixa etária, e elevação da coparticipação em consultas e exames de 40% para 50%), ou de acordo com as negociações que acontecem com o Legislativo. Para o plano alternativo, além de servidores novos, também poderiam migrar, dentro de um prazo estabelecido, servidores antigos para os quais as regras sejam mais atraentes (caso, por exemplo, de jovens sem dependentes e com altos salários). As tabelas médicas não teriam diferenças entre os dois sistemas, de modo a manter a igualdade de tratamento na ponta aos usuários de ambos.

Questionado sobre a possibilidade de o sistema atual vir a apresentar novos déficits no futuro mesmo se o governo efetuar os pagamentos referentes a imóveis, precatórios, RPVs e paritárias de pensionistas, Filipe Leiria, um dos conselheiros da União Gaúcha envolvido na formulação da proposta, responde que sempre existe um custo de transição na mudança de um sistema, e lembra que os parâmetros que estão sendo usados na alternativa idealizada pelas entidades são os mesmos que foram adotados na reforma da previdência. “Na previdência, foi o custo de transição que barrou a capitalização total”, compara.

Segundo Leiria, para além da questão dos custos, há o que os servidores destacam como debate civilizatório. “Estamos tratando de dignidade humana. Se todos concordam que é preciso fazer mudanças para que o sistema continue a existir, a pergunta que precisa ser feita é: o governo vai abandonar as pessoas de baixa renda e com mais idade ou vai financiar o custo de transição? O governo, até aqui, tem tentado fazer um apagamento deste custo de transição, mas ignorá-lo vai gerar problemas em série, inclusive a possibilidade de ações judiciais futuras”, projeta.

As alternativas gestadas pela União Gaúcha são tornadas públicas um dia antes de o governo ter se comprometido a apresentar a aliados as mudanças efetuadas em sua proposta inicial. O Executivo se apressa para enviar um projeto de reestruturação do IPE Saúde à Assembleia Legislativa o quanto antes. O objetivo é evitar o risco de que, em função da burocracia da tramitação, a apreciação acabe ficando para o segundo semestre, devido ao recesso do meio do ano, mesmo que o texto seja enviado em regime de urgência.

Confira a proposta na íntegra


 

CORREIO DO POVO

Menino de 4 anos com câncer raro nos rins visita batalhão da PM e ganha festa de aniversário no RS

Kadmiel Edson Rodrigues da Silva é natural do Mato Grosso do Sul e vive em Campo Bom para tratar a doença. Menino recebeu alta após visita de policiais e ganhou festa da comunidade.

Por Vítor Rosa, RBS TV

A paixão pela Brigada Militar (BM), a polícia militar do Rio Grande do Sul, deu forças a um menino de 4 anos que luta pela vida. Kadmiel Edson Rodrigues da Silva é natural do Mato Grosso do Sul e vive em Campo Bom, na Região Metropolitana de Porto Alegre, porque precisa tratar de um câncer raro nos rins.

Em março deste ano, os médicos do Hospital de Clínicas de Porto Alegre consideraram o quadro de Kadmiel irreversível. Diante disso, o pai do menino entrou em contato com policiais militares, que visitaram o garoto no hospital. Para a surpresa de todos, desde a visita, o estado de saúde de Kadmiel começou a melhorar.

“Eu entrei em contato com a Brigada para preparar tudo, seja uma despedida, alguma coisa. (…) Chegaram no quarto, foi, assim, uma visita que ele não esperava”, diz o pai, Edson Silva.

Policiais visitam Kadmiel em quarto de hospital em Porto Alegre — Foto: Reprodução/RBS TV

Policiais visitam Kadmiel em quarto de hospital em Porto Alegre — Foto: Reprodução/RBS TV

O menino recebeu alta e conseguiu visitar o batalhão da BM em Campo Bom.

“Nós usamos a arma mais poderosa que o ser humano pode usar, o amor”, afirma o tenente Marcos Alberto de Oliveira Escobar.

Com os PMs, ele conheceu a sala das câmeras, aprendeu a ligar a sirene e até falou no rádio da corporação.

“Sargento Kadmiel”, disse no rádio.

Kadmiel dentro de viatura da polícia em Campo Bom — Foto: Reprodução/RBS TV

Kadmiel dentro de viatura da polícia em Campo Bom — Foto: Reprodução/RBS TV

Ajuda da comunidade

A ajuda em Campo Bom não ficou só com os militares. Como a família do menino é de outro estado e gasta quase todos seus recursos no tratamento, empresários ajudaram com os demais custos.

“Eu consegui agora, até o final do ano, o aluguel pago para eles, porque eles não podem trabalhar. O Kadmiel toma 60 comprimidos, em torno. Nós conseguimos dinheiro, através de amigos, numa vaquinha”, conta o empresário Roger da Costa.

No meio de tanta luta, também tem alegria. A comunidade de Campo Bom também adotou a família do Kadmiel e preparou uma festa de aniversário surpresa antecipada para o menino. Ele ganhou uma escolta policial para ir até a festinha.

“Não tem felicidade melhor pra mim do que ver a felicidade dele”, diz a mãe, Cleonice Rodrigues.

SP: Policial militar mata colegas de trabalho na base da PM em SaltoSP:

Atirador é um sargento, que trancou a base da polícia e atirou contra outro sargento e um capitão da corporação. Ele estava armado com um fuzil e se entregou. Motivação do crime é desconhecida.

Policial Militar matou dois colegas de trabalho na 3º CIA de Salto (SP) — Foto: V. Lenzi Jr./Jornal Taperá

Por g1 Sorocaba e Jundiaí

Um policial militar matou dois colegas de trabalho na manhã desta segunda-feira (15) em Salto (SP). O ataque ocorreu por volta das 9h. O atirador se entregou e foi detido.

De acordo com relato de testemunhas, um sargento, identificado como Gouveia, invadiu e trancou uma sala na 3ª Companhia da Polícia Militar de Salto e atirou contra as vítimas, o sargento Roberto da Silva e o capitão Josias Justi, comandante da PM na cidade.

Capitão Josias Justi (à esquerda) e sargento Roberto da Silva foram mortos a tiros por colega na base da Polícia Militar, em Salto (SP) — Foto: Reprodução

Capitão Josias Justi (à esquerda) e sargento Roberto da Silva foram mortos a tiros por colega na base da Polícia Militar, em Salto (SP) — Foto: Reprodução

Policial civil mata quatro colegas a tiros dentro de delegacia no Ceará

O ataque a tiros aconteceu na Delegacia Regional de Polícia Civil de Camocim

ESTADÃO CONTEÚDO Marcio Dolzan

Foto: Google Street View/Reprodução

Quatro policiais foram mortos a tiros dentro da Delegacia Regional da Polícia Civil de Camocim, município localizado no noroeste do Ceará, a 350 quilômetros de Fortaleza. O crime ocorreu na madrugada deste domingo (14). 

O autor dos disparos também é agente da Polícia Civil e foi preso. Ele ainda não teve o nome divulgado. 

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), as vítimas são os escrivães Antônio Cláudio dos Santos, Antônio José Rodrigues Miranda e Francisco dos Santos Pereira, além do inspetor Gabriel de Souza Ferreira. 

A motivação do crime ainda está sendo investigada e o suspeito não havia sido ouvido até a publicação deste texto. Na manhã deste domingo, a delegacia regional permanecia isolada para o trabalho de perícia.

O governo do Estado lamentou o ocorrido. “Neste momento de dor, a SSPDS-CE e todas as suas vinculadas, em especial a Polícia Civil do Ceará, se solidarizam com familiares e amigos das quatro vítimas e reforçam que todo o aparato das instituições encontra-se disponível”, informou a secretaria, em nota. “A SSPDS reconhece os relevantes serviços prestados à sociedade cearense pelos policiais civis que tanto contribuíram para o combate à criminalidade no Ceará.”

3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar celebra 18 anos de sua criação

Através de uma formatura, com a participação dos policiais militares das dezesseis frações, o 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar (3º BABM) celebrou seu 18º aniversário, nesta sexta-feira (12/05), na sua sede em Passo Fundo.

O 3º batalhão Ambiental da Brigada Militar foi criado através do decreto estadual nº 43.788, de 12 de maio de 2005, sendo uma das unidades operacionais especializadas subordinada ao Comando Ambiental da Brigada Militar. Composto por 03(três) companhias de polícia ambiental, a 1ª (primeira) Companhia com sua sede em Passo Fundo, a 2º (segunda) Companhia na cidade de Caxias do Sul e a 3º (terceira) Companhia na cidade de Santa Rosa, que desenvolvem, através de suas frações, as atividades de policiamento motorizado e embarcado, em 239 municípios, das regiões norte, serra e noroeste do Estado.

O 3º BABM possui como missão a Preservação da Ordem Pública e a Proteção do Meio Ambiente, através da prevenção, fiscalização e repressão aos crimes ambientais. Ao longo dos anos, acompanhando as mudanças na nossa sociedade, o 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar vem evoluindo e modernizando sua atuação, com uso de drones, GPSs, sonômetros, embarcações, motos aquáticas, viaturas semiblindadas. Equipamentos, estes, que trazem maior precisão nas ações de polícia ambiental e, com isso, a redução dos delitos ambientais e comuns.

O Tenente-coronel Marcelo Scapin Rovani, comandante do 3º BABM, recepcionou os ex-comandantes do 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar e as autoridades que estiveram presentes, Prefeito de Tapejara, Sr. Evanir Wolf; Presidente da Câmara de Vereadores de Passo Fundo, Dr. Alberi Nascimento Grando; Promotor de Justiça Paulo Cirne; Comandante do Comando Ambiental, Tenente-coronel Rodrigo Gonçalves dos Santos; Comandante do CRPO Planalto Tenente-coronel Cilon Freitas da Silva; Secretário de Meio Ambiente de Passo Fundo, Sr. Rafael Colussi; Secretário Municipal de Segurança Pública de Passo Fundo, Coronel RR João Darci Gonçalves da Rosa; Secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Tapejara, Sr. Eduardo Picolotto; Coordenadora da 7ª CRE, Srª. Carine Imperator Weber; Vereadores de Passo Fundo; inspetores da Polícia Federal; servidores da Polícia Rodoviária Federal; agentes da SUSEPE; comandantes das Unidades da Brigada Militar de Passo Fundo, Marau, Erechim, Porto Alegre e Santa Maria; professores da UPF; Diretores das Associações de Classe da Brigada Militar (ASOFBM, ASSTBM e ABAMF); Empresários; Conselheiros Municipais do Meio Ambiente; e Imprensa.

Durante a solenidade, o 3º BABM recebeu do Ministério Público do Rio Grande do Sul, através de Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, uma lancha – modelo boto LX5500, câmeras GoPro, Notebooks, Tablets, SmartTVs e sonômetros, materiais que irão qualificar o trabalho desenvolvido pelos policiais militares. Também, houve homenagem e entrega de mimo ao 1º sargento Idineu Dendena, que atuou por 28 anos no Comando Ambiental da Brigada Militar e, em abril, alcançou a reserva remunerada.

A Banda de Música, do Colégio Tiradentes da Brigada Militar de Passo Fundo, entoou, com galhardia e sintonia, o os hinos oficiais e músicas que acolheram os convidados.

Comando Ambiental: o Braço Verde da Brigada Militar🍃

Comunicação Social 3º BABM

📷 Sd Maicon | CRPO Planalto