Brigada Militar salva bebê engasgado em Tramandaí

Policiais militares de Tramandaí salvaram um bebê após engasgamento com leite materno, na noite de quarta-feira (01/11), no centro de Tramandaí.

Uma guarnição da Brigada Militar estava em patrulhamento, quando os policiais foram acionados pela mãe de uma bebê de 30 dias de vida, que havia se engasgado com leite materno.

Os policiais prontamente realizaram a manobra de Heimlich na menina, que rapidamente voltou a respirar. A mãe e a bebê foram encaminhadas ao hospital e a criança passa bem.

Rádio Litoral LTDA

Três réus são condenados por tentativa de homicídio contra policiais militares em Guaíba

Crime ocorreu em janeiro de 2021 durante uma abordagem da Brigada Militar

Marcel Horowitz Correio do Povo

Ministério Público vai recorrer para aumentar as penas | Foto: Ministério Público do Rio Grande do Sul / CP

Três réus foram condenados por tentativa de homicídio contra três policiais militares em Guaíba, na região Metropolitana. O júri popular, ocorrido na quarta-feira, determinou que dois dos acusados recebessem pena de oito anos de prisão e um terceiro, de seis anos de reclusão. Apesar da condenação, o Ministério Público vai recorrer das penas, pelo fato de considerarem que os tempos de prisão são baixos em relação aos delitos cometidos. 

O crime ocorreu em janeiro de 2021 durante abordagem da Brigada Militar, em um sítio na Estrada Bom Fim.  Conforme a denúncia, os réus são integrantes de uma organização criminosa e, na data do fato, participavam de uma reunião sobre as atividades do grupo. O que poucos deles sabiam, ainda segundo o MP, era que alguns dos presentes também poderiam ser executados ali, por não estarem atendendo às expectativas dos líderes.

A acusação descreve que havia cerca de 20 pessoas no local, sendo que todas chegavam à propriedade rural após serem buscadas em casa por motoristas de aplicativo ligados aos suspeitos. Apenas poucas pessoas estavam armadas, já que as outras eram obrigadas a deixar armamento e de telefones com ‘seguranças’ do líder da facção.

No entanto, continua o MP, um dos integrantes, desconfiado que poderia ser vítima de um atentado, fugiu da propriedade, sendo perseguido pelos antigos comparsas, que guiavam um Golf de cor verde. A companheira dele acionou uma guarnição da Brigada Militar que, ao chegar no local da ocorrência, se deparou com o veículo tripulado pelos traficantes, dando início a uma troca de tiros. Nenhum dos soldados ficou ferido.

Após o confronto, os criminosos fugiram para uma região de matagal, mas acabaram sendo capturados. A ação resultou em 10 faccionados presos sendo que, entre eles, estavam os três condenados pela tentativa de homicídio e os demais, por tráfico e associação ao tráfico.

Na época, quatro suspeitos foram acusados pelo MP.  Um deles foi impronunciado e por isso apenas três foram julgados pelo Tribunal do Júri. “A condenação demonstra que a comunidade não tolera mais atos praticados pelas organizações criminosas que tentam se inserir no meio social e abalar a paz e a tranquilidade da população, além de reforçar o respeito que tem pelos nossos policiais. Para que a punição seja efetivamente exemplar, vamos recorrer das penas aplicadas a fim de buscar patamar compatível com a decisão dos jurados e a gravidade dos crimes praticados”, declarou a promotora Daniela Fistarol. 

Armas de grosso calibre e munições são apreendidas em apartamento na zona sul de Porto Alegre

Fuzil, submetralhadora e espingarda foram recolhidos por policiais da 1ª Delegacia de Homicídios da Capital durante investigações

LETICIA MENDES GZH

Um possível local de armazenamento de armas usado por uma facção foi descoberto pela equipe da 1ª Delegacia de Homicídios de Porto Alegre. Agentes encontraram dentro de um apartamento no bairro Restinga, na Zona Sul, três armamentos com alto poder de fogo, munições e outros apetrechos usados pelo grupo criminoso. Durante a ação, um suspeito de tráfico de drogas foi preso nas proximidades.

Os policiais estavam no bairro realizando buscas por um foragido, com mandado de prisão por homicídio. Durante as apurações, receberam informações sobre um local que estaria sendo usado pela facção que domina o tráfico do local, como ponto para guardar armas, que seriam empregadas na segurança do grupo e durante ataques a rivais. 

— Foram feitas investigações preliminares para confirmação do local. Quando a equipe entrou, já conseguiu visualizar os armamentos e houve a apreensão — detalhou a delegada Clarissa Demartini, titular da 1ª Delegacia de Homicídios. 

Dentro do apartamento, os agentes localizaram um fuzil T4, uma espingarda de calibre 12 e uma submetralhadora. Também foram encontradas mais de cem munições de fuzil, além de balaclavas (máscaras), coletes balísticos, rádio transmissor e camisetas idênticas às da Superintendência dos Serviços Penitenciários. É comum o crime organizado fazer  uso de fardamentos semelhantes aos de forças da segurança. 

Preso mil

Na sequência dessa localização das armas, um homem foi preso nas proximidades com uma quantia de maconha. Com este flagrante por tráfico de drogas realizado neste caso, chegou a mil o número de pessoas presas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) neste ano. 

— A apreensão realizada representa um impacto significativo ao grupo criminoso e dela se depreende o modus operandi que já é conhecido, qual seja, a tentativa de subsidiar o êxito do ataque com os criminosos se passando por integrantes das forças de segurança — disse o diretor do DHPP delegado Mario Souza. 

Uma das suspeitas da polícia é de que quem estava no apartamento armazenando as armas tenha escapado pouco antes da chegada dos policiais. 

— São armas que se tem muito cuidado no armazenamento e somente homens de confiança conseguem ficar com este tipo de arma, quer seja armazenando, quer seja à disposição. Uma apreensão assim mostra a vulnerabilidade que o crime acaba apresentando, e a força de segurança atuando para de fato desmantelar e desarmar esse grupo criminoso — disse a delegada. 

A polícia dará seguimento à investigação para identificar a origem dessas armas e os fornecedores, assim como entender o motivo por que estavam naquele local, se o grupo se preparava, por exemplo, para algum ataque ou se o apartamento era usado como depósito pela facção. As armas, que apresentavam numeração raspada, serão encaminhadas para análise do Instituto-Geral de Perícias (IGP). 

— Para nós, essa apreensão é relevante por dois aspectos. Primeiro, pelo poder de fogo que essas armas têm, são armas de grosso calibre, que geram um dano muito maior do que aquelas que ordinariamente a gente acaba apreendendo, que são as pistolas. E segundo porque acaba tendo um impacto grande na organização criminosa, por conta do valor que esse armamento representa. É uma diminuição do poderio bélico — diz a delegada.

Avô dedicado e apaixonado pela profissão: quem era o sargento da BM morto em assalto em Rivera

Paulo Aloir da Luz, 56 anos, morador de Sapiranga, na Região Metropolitana, deixa a esposa, três filhos e três netos

LETICIA MENDES GZH

Na casa onde vivia com a esposa e o filho caçula, Paulo Aloir da Luz, 56 anos, tinha fotografias dos três netos — de nove, cinco e dois anos — espalhadas pelos cômodos. Era uma das formas de demonstrar afeto. Na semana passada, o policial militar morador de Sapiranga, na Região Metropolitana, saiu da residência, no bairro Centenário, para seguir até Rivera, no Uruguai, numa excursão de compras. Entre os itens que pretendia adquirir, estava uma bicicleta, que seria o presente de aniversário de um dos meninos.

No último sábado, dia 21, o sargento Aloir, que há 35 anos se dedicava à Brigada Militar, estava de folga, na cidade uruguaia. Criminosos armados interceptaram a van onde ele, outros dois passageiros e o motorista estavam. Durante o roubo, um dos criminosos ficou impaciente com a porta do veículo que não abria, por um defeito, e disparou na direção do policial. Atingido no tórax e no abdômen, o sargento foi hospitalizado às pressas a cerca de 600 quilômetros de casa. A família estava a caminho de Rivera, quando recebeu a notícia de que Paulo Aloir não havia resistido.

Dois dias depois, o corpo do policial chegou ao Cemitério Amaral Ribeiro, em Sapiranga, no caminhão dos bombeiros. Familiares, amigos e colegas se despediram do sargento do Comando Rodoviário da Brigada Militar.

—  No velório, as pessoas vinham me abraçar e diziam: “Teu pai conseguiu tal coisa pra mim, me ajudou”. Ele não era assim só em casa. Nas enchentes, saía para cima e para baixo. Era um cara do bem, sensacional, tranquilo. Eu já falava isso para ele. Ele deixou um legado de bondade, honestidade, de vontade de trabalhar para construir as coisas — descreve a filha Bruna Flores da Luz, 33 anos.

Apaixonado pela profissão

Natural de Tenente Portela, no Noroeste, Paulo Aloir serviu ao 2º Regimento de Cavalaria Mecanizado, em São Borja, na Fronteira Oeste, em 1986. No ano seguinte, a convite de um irmão, mudou-se para a Região Metropolitana, onde os dois abriram uma lancheria, em Sapiranga. Foi quando conheceu Geneci, que se tornaria sua esposa por mais de três décadas.

Em 1988, Paulo Aloir atendia na lancheria, na Rua Rolante, quando um jovem policial entrou no estabelecimento. Durante a conversa, o atendente confidenciou que tinha interesse em seguir carreira na BM, e foi incentivado. O sonho se concretizou em 25 de agosto daquele ano. Nas muitas vezes em que os dois se encontraram no trabalho, Paulo Aloir mencionava esse encontro decisivo.

O policial começou o trabalho em Campo Bom e Sapiranga, no policiamento. Em 2008, passou a atuar no Comando Rodoviário, também em Sapiranga. A mudança de lotação deixou a família um pouco mais tranquila, por entender que o novo posto traria menos risco. Em 2014, o soldado foi promovido a terceiro-sargento, e em dezembro de 2021 se formou como segundo-sargento, função que ocupava atualmente. Aloir já poderia ter se aposentado, mas postergava o momento.

— Ele optou por seguir porque amava aquela farda. “Se eu parar, eu vou ficar doente”, ele dizia. De tanto que ele amava o trabalho dele, a rotina, a corporação. Tínhamos muito orgulho dele. Uma pessoa muito honeste, trabalhadora. Não faltava no trabalho. Semana passada, estava com dor de garganta, febre, e não quis faltar para não prejudicar os outros — diz Bruna.

Despedida

Arquivo Pessoal / Divulgação
O sargento Paulo Aloir ao lado da filha Bruna, do caçula Gustavo (direita) e o mais velho Jean (esquerda).Arquivo Pessoal / Divulgação

Além de Bruna, Paulo Aloir e Geneci tiveram dois filhos: Jean, com 34, e o caçula, Gustavo, 22. A família se reunia todos os domingos para o almoço, e costumava a ir a eventos sempre junta. Paulo Aloir adorava cozinhar e receber pessoas em casa. Não necessitava de motivo especial para preparar um churrasco. O filho mais velho diz que, apesar do momento difícil, os relatos dos colegas e amigos sobre o pai ser considerado “uma grande pessoa, um irmão” amenizam um pouco o sofrimento.

— Com certeza, o pai partiu sabendo o quanto era amado e querido por todos que o rodeavam. O mesmo se dava em relação ao trabalho, que embora não falasse, sabíamos que a profissão era a vida dele — afirma Jean.

A nora, Claudia Becker, 33 anos, diz que foi acolhida na família como uma filha, e descreve o sogro como “uma pessoa maravilhosa”, que contagiava todos que o rodeavam.

— No trabalho, era reconhecido por todos como uma pessoa excepcional. Hoje, lidamos com um momento extremamente difícil, de uma vida injustamente interrompida. É complicado externar nosso sentimento de perda. Mas precisamos também dizer o quanto somos agradecidos a Deus por ele ter nos possibilitado conviver com alguém de coração tão bom, tão puro, disposto a ajudar a todos a sua volta — afirma Claudia.

Avô zeloso

Embora tivesse dificuldade em pensar na aposentadoria, Paulo Aloir sabia que essa hora iria chegar. A expectativa era de que isso acontecesse no próximo ano. Para ocupar e aproveitar esse período, o sargento planejava comprar uma casa na praia. Todos os anos, a família viajava junta para Santa Catarina e precisava alugar algum imóvel.

— Queria ter um lugar para ir. Ele, a mãe e as crianças — diz Bruna.

Quando o filho dela nasceu, em 2013, Bruna ainda estava cursando a faculdade de Administração — o pai sempre incentivou os três filhos a estudarem. Paulo Aloir e Geneci ajudaram a criar Eduardo, o primeiro neto. Seguiram auxiliando quando a filha precisava se ausentar para trabalhar. De manhã, antes da escola, o menino ia para a casa dos avós.

— Vô, o que a gente vai fazer hoje? — indagava o garoto na chegada.

Eduardo completa 10 anos em novembro. O avô estava preocupado com a organização da festinha e se comprometeu a presentar o menino com uma bicicleta. Antes de ir a Rivera, pesquisou diferentes modelos na internet. Na mesma viagem, também queria comprar, entre outros produtos, um ar-condicionado para o quiosque de casa.

— Ele era maravilhoso. Como pai, já era um doce. Com os netos, então. Ele amava aquelas crianças. No verão, comprava boias para a piscina, picolés, era uma algazarra. Ele amava aquilo tudo — recorda a filha.

Sargento não reagiu

O crime que resultou na morte de Paulo Aloir é investigado de forma conjunta pelas polícias do Rio Grande do Sul e do Uruguai. Ao ouvir testemunhas do crime, os investigadores descobriram que, apesar de estar armado, o sargento não reagiu ao assalto. Ao interceptar a van, os bandidos anunciaram o roubo e, ao se incomodarem com a demora para que a porta do veículo fosse aberta, atiraram. Além do policial, outro passageiro foi baleado na perna.

Os criminosos fugiram levando uma mochila com dinheiro e o celular de uma passageira da van. O carro e o telefone foram encontrados em uma casa na cidade de Santana do Livramento, no lado brasileiro. O caso é tratado como latrocínio, que é o roubo com morte. Uma das possibilidades investigadas é de que os assaltantes tivessem informações sobre o transporte de dinheiro na van.

BM estoura laboratório do tráfico com 57 pés de maconha

Prisão por tráfico de drogas

Na noite desta quarta-feira (25/10), por volta das 21h, policiais militares do 19º Batalhão de Polícia Militar estouraram um laboratório que era utilizado para cultivo de maconha, na Vila Maria da Conceição na Zona Leste da capital.

No local foram apreendidos 57 pés de maconha.

O ambiente sofisticado, como se vê nas imagens, possuía sistema de cultivo com utilização de luzes artificiais e sistema de climatização, que possibilitavam o desenvolvimento das plantas em ambiente fechado, o que propiciava o cultivo de forma sigilosa.

Um homem de 35 anos e com antecedentes criminais por tráfico de drogas, e por recepção de veículo foi preso.

Sargento do Comando Rodoviário da Brigada Militar é morto a tiros em Rivera

Proprietário de um ônibus de turismo também foi baleado no assalto a turistas

ANDERSON AIRES GZH

Sargento Aloir ingressou na BM em 1988 Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um sargento do Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) foi morto durante um assalto em Rivera , município uruguaio que faz fronteira com o Rio Grande do Sul, no sábado (21). Paulo Aloir da Luz, 56 anos, foi baleado no tórax e no abdômen durante a ação de criminosos que roubavam turistas na cidade. Segundo nota do CRBM, ele chegou a ser encaminhado ao Hospital de Rivera, mas não resistiu. 

O proprietário de um ônibus de turismo também foi baleado no assalto, com ferimento na perna. O estado de saúde dessa segunda vítima não foi informado pela polícia. 

O crime foi cometido por três indivíduos em um veículo gol, de acordo com o CRBM. Luz deixa esposa, três filhos e três netos, segundo a Brigada Militar (BM). Por meio de nota de pesar, a BM lamentou a morte do policial militar e destacou parte da carreira do sargento:

“O Sargento Aloir ingressou na BM em 25 de Agosto de 1988 e estava atuando no município de Sapiranga, como comandante do 1º Pelotão, da 2ª Companhia do 3º Batalhão Rodoviário da Brigada Militar, deixa esposa, 3 filhos e 3 netos. Os atos fúnebres serão informados posteriormente. A Brigada Militar se solidariza com familiares e amigos neste momento difícil”.

A Prefeitura de Sapiranga também lamentou, em comunicado publicado nas redes sociais, o falecimento do policial rodoviário, salientando que o sargento era “um dos mais antigos integrantes do Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) no município”.

“Aloir, como foi conhecido, faleceu na cidade de Rivera, vítima de um assalto na manhã de sábado, 21. O policial chegou a ser o comandante do Grupo Rodoviário em Sapiranga, interinamente. Sentimentos à esposa, filhos e colegas de farda”, informa em trecho da nota.

Policiais militares são rendidos por manifestantes na PR 170

Imagens mostram policiais rendidos pelos posseiros na PR 170, trecho entre Guarapuava e Entre Rios, nesta manhã de quinta,19 de outubro.

A rodovia está interditada novamente por manifestantes do Movimento Sem Terra (MST). As equipes policiais seguiram para o local, conforme a Polícia Rodoviária Estadual (PRE).

Os manifestantes já interditaram a pista no quilômetro 390, na tarde de ontem (18).

O movimento pede melhorias ao assentamento onde vivem. Os motoristas que passam pela estrada estão enfrentando filas.

INTERDIÇÃO
Conforme a Polícia Militar (PM), nessa quarta (18) a equipe foi até o local e conversou com cerca de 200 manifestantes, e orientou para que não interditassem a rodovia. Pois é o único acesso para levar mantimentos para União da Vitória, que está em situação de emergência.

Além disso, os policias pediram que caso os manifestantes fizessem a interdição, que pelo menos fizessem de forma parcial. Em seguida, o grupo se reuniu novamente e decidiu fazer a interdição parcial, no sistema pare e siga. Porém, eles não informaram o tempo que ficariam bloqueando o local.

Por fim, a PM não conseguiu identificar nenhuma liderança, pois todos se recusaram a passar informações. Assim, a equipe acionou a Polícia Rodoviária Estadual e a equipe do Subdestacamento de Entre Rios.

VEJA VÍDEO FEITO POR UM VEÍCULO QUE PASSAVA NO LOCAL

Policial militar atropelado em Caxias do Sul recebe alta e se recupera em casa

Jonatas Ari de Lima Mota foi atingido por motorista que furou bloqueio, no dia 13 de setembro

Marcel Horowitz Correio do Povo

Brigadiano de 32 anos foi levado em estado grave para o hospital de Caxias do Sul no dia 13 de setembro Foto: Reprodução

A Brigada Militar confirmou que o soldado Jonatas Ari de Lima Mota, atropelado por um criminoso em fuga no dia 13 de setembro, já recebeu alta e se recupera em casa, em Caxias do Sul, na Serra gaúcha. Segundo a instituição, o brigadiano de 32 anos saiu do Hospital Pompeia há cinco dias, e seguirá fazendo sessões de fisioterapia em sua residência. 

De acordo com o tenente coronel Ricardo Vargas, comandante do 12º BPM, Mota ainda caminha com dificuldade e faz uso de muletas. Também conforme o coronel, a expectativa é que, dentro de seis meses, o soldado consiga voltar a andar normalmente. 

Por conta do atropelamento, o policial militar teve costelas fraturadas e o pulmão perfurado. Ele chegou a ficar internado em estado grave na UTI, onde passou por cirurgia e teve um dreno inserido no pulmão, para retirada de sangue e água. Conforme os médicos do Hospital Pompeia, apesar da gravidade do caso, o paciente respondeu bem ao procedimento, por ser jovem e ter bom condicionamento físico. 

O motorista que atropelou o PM foi baleado no ombro e também chegou a ser internado. Na data do ocorrido, ele dirigia um Fiat Palio roubado e furou o bloqueio durante uma perseguição policial, na rua Luiz Michelon, no bairro Nossa Senhora de Lourdes, atingindo o soldado com o veículo. Após receber alta, o criminoso foi preso preventivamente e não tem previsão para ser colocado em liberdade. 

Confronto termina com quatro criminosos mortos no interior de São Marcos

A organização criminosa, formada por indivíduos possuidores de diversos antecedentes policiais era oriundos de Caxias do Sul

Jornal Semanário

Um confronto entre policiais do 4º Batalhão de Polícia de Choque e criminosos no interior de São Marcos, resultou na morte de quatro suspeitos na noite de segunda-feira, 9 de outubro. O fato ocorreu na localidade de Pedras Brancas.

Segundo a Brigada Militar, após receber informações de que uma quadrilha, especializada em furto e roubo de veículos, estava na localidade a bordo de um veículo Nissan Versa, equipes se deslocaram até o endereço e encontraram os suspeitos.

Na tentativa de abordagem, já na BR-116, os criminosos efetuaram diversos disparos de arma de fogo em direção as viaturas. Foi então que os policiais militares revidaram e efetuaram disparos que acabaram matando os quatro homens que estavam no veículo.

Durante o trabalho, a Brigada Militar encontrou uma pistola e dois revólveres com os suspeitos. Nenhum policial militar ficou ferido. Ainda, de acordo com as informações divulgadas, os mortos integravam uma quadrilha de Caxias do Sul que, além de roubar os veículos, ainda extorquia as vítimas.

Após a situação ser controlada, uma equipe do Instituto Geral de Perícias (IGP) foi acionada e compareceu ao local para realizar os levantamentos de rotina.

Foto: Brigada Militar / Reprodução

Policial atropelado por homem que furou bloqueio na BR-116 em Caxias deixa a UTI

Jonatas Ari de Lima Mota, 32 anos, foi atropelado no cruzamento com a Rua Luiz Michielon em 13 de setembro 

ALINE ECKER PIONEIRO

Agente foi arremessado para cima com impacto do atropelamento | Foto: Reprodução

O soldado da Brigada Militar (BM) que foi atropelado por um suspeito que furou um cerco policial em Caxias do Sul deixou a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), mas segue internado no Hospital Pompéia. Jonatas Ari de Lima Mota tem 32 anos e é lotado no 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM).  Segundo informações do Brigada Militar (BM), ele está no quarto há cerca de uma semana, depois de passar cerca de 15 dias na UTI. Ainda segundo a corporação, a evolução do quadro de saúde é considerada boa. 

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento do atropelamento em 13 de setembro. A ocorrência foi registrada no cruzamento da BR-116 com a Rua Luiz Michielon, no bairro Nossa Senhora de Lourdes. Naquela ocasião, a Brigada Militar realizava um cerco policial para interromper a fuga de um homem, também de 32 anos. 

Conforme a BM, a perseguição ao suspeito, que atropelou o policial, começou no bairro Bela Vista, quando uma equipe de brigadianos visualizou o veículo em movimento com as luzes e o alerta sonoro do alarme ligados. Neste momento, os policiais suspeitaram de possível furto ou roubo e iniciaram a tentativa de abordagem em perseguição ao homem pela BR-116.

Uma outra viatura que veio da Rua Luiz Michelon fez o bloqueio na BR-116, no cruzamento onde houve o atropelamento, para tentar parar o homem. Nesta viatura, estava Mota, que desceu do carro e tentou uma abordagem no meio da rua. O suspeito dirigia um Palio vermelho, e ao ir de encontro à barreira, atropelou o policial, que foi jogado para o alto com a força do impacto e caiu no chão. Após o atropelamento, o Palio colidiu na viatura que bloqueava a via. Para render o homem que fugia, um disparo de arma de fogo foi efetuado contra ele. O condutor também foi encaminhado para atendimento médico e passou por cirurgia. 

Mota  foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Pompéia para atendimento médico. No mesmo dia, ele passou por uma cirurgia. O suspeito, conforme a polícia, tem antecedentes criminais por roubo a pedestre, ameaça, falsidade ideológica e era foragido da Justiça.