PM morre em perseguição e ocorrência é atendida pelo próprio pai que também é PM

Pai e filho trabalhavam no mesmo batalhão; acompanhamento iniciou após dupla suspeita não obedecer à ordem de parada

Pai e filho trabalhavam no mesmo batalhão REPRODUÇÃO

SÃO PAULO | Do R7

Um jovem policial militar morreu após sofrer um acidente de moto durante uma perseguição na Vila Prudente, zona leste de São Paulo, na noite da sexta-feira (4).

A polícia foi acionada e quando chegou ao local, um dos oficiais descobriu que o agente morto era seu próprio filho. 

O soldado Leonardo de Souza Pires, de 26 anos, era do 19º BPMM (Batalhão da Polícia Militar Metropolitano), mas pediu transferência para a 1ª Companhia do 8º BPMM há cerca de um ano para trabalhar com o pai, que está prestes a se aposentar.

Acidente

Leonardo realizava patrulhamento de moto junto ao seu colega, o cabo Jorge Silva Araújo, por volta das 20h25 na zona leste da capital paulista. Pela Rua Antônio de Barros, no Tatuapé, os agentes visualizaram uma moto preta, ocupada por dois homens, em atitude suspeita.

A ordem de parada não foi obedecida, o que deu início a uma extensa perseguição, que contou com o apoio de viaturas do 21° Batalhão. A fuga percorreu pelas Avenidas Vereador Abel Ferreira, Sapopemba e Vila Ema.

Quando chegaram na avenida Luiz Ignácio de Anhaia Mello, na altura do número 3322, Leonardo colidiu contra a traseira de uma moto, ocupada por Rafael de Paula Martins, que não tinha nada a ver com os suspeitos, que conseguiram escapar.

Rafael caiu, bateu a cabeça na guia e sofreu escoriações leves pelo corpo. Já o jovem soldado foi arremessado, bateu a cabeça em um poste de iluminação, sofreu intenso sangramento e ficou desacordado.

Segundo informações do boletim de ocorrência, uma equipe do SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) foi acionada. Leonardo foi socorrido e encaminhado ao Pronto Socorro do Hospital Estadual Vila Alpina.

O PM soldado sofreu parada cardiorrespiratória e foram realizados 14 ciclos de reanimação. Porém, a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu. Ele deixa a esposa. 

O caso foi registrado como desobediência e homicídio culposo na direção de veículo automotor no 56° Distrito Policial da Vila Alpina.

A Polícia Militar publicou uma nota lamentando a morte do oficial. Guilherme Derrite, secretário de segurança pública, também se pronunciou nas redes sociais.

Oficiais prestaram homenagens a Leonardo

Oficiais prestaram homenagens a Leonardo

REPRODUÇÃO

“Foi uma situação inédita para mim”, diz policial que salvou família refém de assalto em agropecuária de Estância Velha

Soldado havia acabado de assumir o turno quando recebeu a ocorrência e foi ao local

Por DÁRIO GONÇALVES Diario de Canoas

Terça-feira (1º), 19 horas. Policiais da Brigada Militar de Estância Velha trocavam seus turnos. O que poderia ser mais uma noite de trabalho rotineiro, poucos minutos depois transformou-se em uma ocorrência inédita para um policial de 46 anos, com quase 20 anos de serviço. Cerca de três quilômetros dali, uma menina de seis anos e seus pais, proprietários de uma agropecuária, eram vítimas de um assalto a mão armada, que poderia ter terminado em tragédia.

Imagem mostra policial se aproximando sozinho contra os assaltantes. Ele se afasta conforme os dois criminosos que estavam dentro do comércio avançam, usando a família como escudo para tentar fugir Foto: Reprodução

O policial, que preferiu não se identificar, conta que uma pessoa passava pela Avenida Walter Klein quando viu o proprietário de uma agropecuária ser rendido pelos assaltantes no momento em que ele fechava o estabelecimento, e acionou a polícia. Quase no mesmo momento, um outro policial, que está de férias, também viu a ação e desconfiou de um carro próximo com um homem dentro. Ao fazer a abordagem, este outro agente constatou que o motorista estava ali para realizar a fuga dos assaltantes, e o deteve.

A BM deslocou uma guarnição para o local com dois militares, um homem e uma mulher. O PM conta que no momento que se aproximou da entrada, com o fuzil em mãos, os criminosos tentaram sair pelos fundos do local, mas não havia saída. “Eu falei para eles deixarem as armas no chão e virem para fora, que poderiam ficar tranquilos pois nada iria acontecer a eles. Mas não adiantou, eles estavam dispostos a fugir e ficavam mandando eu me afastar”, conta o policial.

Em seguida, os dois assaltantes usaram a família como escudo para passar pelos policiais. “Esse foi um momento inédito pra mim, o assaltante pegou a vítima pelo pescoço e colocou a arma na cabeça dele, dizendo que ia atirar. Nisso, eu fui caminhando para trás e fui para a rua, quase fui atropelado”, detalha o militar.

Ao ver que o comparsa do carro já estava rendido, os dois tentaram fugir com a viatura da Brigada Militar. “Foi um momento muito delicado, eu não tinha visão para atirar e eles queriam a chave da viatura que estava comigo. Falei que eles poderiam fugir com o carro deles, para mim, o importante era ter a família em segurança, a criança estava com muito medo”.

Neste momento a situação começou a ficar mais tensa. O homem que rendia o proprietário do comércio passou a ameaçá-lo, caso o policial não desse a chave. “Tudo foi muito rápido, são coisas que acontecem numa fração de segundos e só quem passa por isso consegue entender. Então, no momento que ele colocou o refém dentro da viatura, ele me perdeu de vista e então eu atirei”, relembra. A ação durou cerca de dois minutos, e ao ver o companheiro baleado, o outro assaltante decidiu se render.

Por fim, o PM disse que fica feliz em saber que a família não sofreu nenhum ferimento, mas que “o certo era ninguém morrer. Nossa missão é salvar vidas, inclusive dos meliantes. A todo o momento dei a opção de se entregarem e até de fugir, mas é um caminho que eles escolhem”, afirma. Ele também fez questão de enaltecer a atuação dos colegas. “Só eu apareço nas imagens gravadas, mas foi um trabalho em conjunto. Graças a Deus eu tinha eles comigo, dando cobertura. E também preciso agradecer à Guarda Municipal que foi ao local em seguida”, finaliza.

Criminoso deixa penitenciária, assalta três vítimas e acaba de novo preso em TramandaÍ

Ladrão foi detido pela Força Tática do 2º Batalhão de Policiamento de Áreas Turísticas (2°BPAT)

Correio do Povo

A Brigada Militar prendeu um criminoso que saiu do sistema prisional na noite dessa segunda-feira e assaltou três vítimas na manhã desta terça-feira em Tramandaí, no Litoral Norte. Conforme a BM, o indivíduo, de 23 anos, possui extensa ficha de antecedentes criminais, como roubo a pedestre, furto simples, furto de telefone celular, tráfico de entorpecentes, apreensão de objeto, lesão corporal, perturbação do sossego, ameaça e dano.

Horas depois de deixar a Penitenciária Modulada Estadual de Osório, o suspeito atacou com uma faca uma mulher na avenida Fernandes Bastos. Depois, ele roubou uma outra vítima na Barra. Por fim, o ladrão abordou um motociclista, ameaçando-o até de morte. Documentos, dinheiro, telefones celulares e pertences pessoais foram levados pelo ladrão.

Acionada, a Força Tática do 2º Batalhão de Policiamento de Áreas Turísticas (2°BPAT) realizou buscas e localizou o suspeito em fuga na esquina das avenidas Beira Rio e Engenheiro Ubatuba de Faria. Preso, ele foi encaminhado para a Polícia Civil.

Líder de facção com base no Vale do Sinos é preso em São Paulo

Marizan de Freitas foi preso quando almoçava com a companheira em restaurante de luxo, no bairro Pinheiros

As forças de segurança do Rio Grande do Sul anunciaram, nesta segunda-feira, a prisão de Marizan de Freitas, apontado como uma das principais lideranças da facção que atua no Vale do Sinos. Considerado foragido pela Justiça, o traficante de 35 anos foi capturado no domingo, quando almoçava com a companheira em um restaurante no bairro Pinheiros, em São Paulo.

Antes de fugir, o criminoso cumpria pena em regime domiciliar em um condomínio de luxo em Capão da Canoa, no litoral Norte. Mesmo tendo sido condenado a 38 anos de reclusão, por tráfico e homicídio, ele teve o benefício concedido por ‘razões humanitárias’ após alegar que passaria por uma cirurgia.

Segundo o chefe da Polícia Civil, delegado Fernando Sodré, o traficante estava planejando uma fuga para o exterior com o auxílio da facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC). “Ele foi preso em um restaurante de luxo. Tínhamos informações que ele iria se ausentar do país, e impedimos isso”, declarou.

No último dia 27 de julho, conforme o secretário estadual Sandro Caron, a Justiça atendeu ao pedido do Ministério Público e revogou o benefício concedido ao criminoso. Ainda segundo o titular da Segurança Pública, Marizan, que já passou por presídios federais, se encontra encarcerado na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc).

A ação contou com a Brigada Militar e Polícia Rodoviária Federal, além de policiais civis do RS e de São Paulo.

Confira o vídeo do momento da prisão:

FONTE Marcel Horowitz / Rádio Guaíba

Marizan de Freitas. Foto: Marcel Horowitz / Rádio Guaíba

Mais um líder de facção foge após ganhar prisão domiciliar humanitária

Marizan de Freitas, que voltou neste ano de uma temporada em penitenciária federal, fugiu após realizar cirurgia e ficar alguns dias em casa

HUMBERTO TREZZI GZH

As polícias civil e militar gaúchas mais uma vez estão atrás de um chefe criminoso que deveria estar preso. Marizan de Freitas, 35 anos, um dos cabeças da facção Os Manos (natural do Vale do Sinos), fugiu da residência de luxo que ocupava num condomínio em Capão da Canoa, onde deveria cumprir prisão domiciliar.

Marizan, que age no Vale do Sinos, não é um sujeito qualquer no crime. Cumpre penas que, somadas, alcançam 38 anos de prisão (dos quais já cumpriu 13 anos) por tráfico e tentativa de homicídio, mas responde a diversos outros processos (inclusive por homicídio). Em um dos casos, numa gravação interceptada pela Polícia Civil, ele ordena de dentro da prisão a morte a tiros de um desafeto. Até por isso, Marizan é definido pelo Ministério Público como “indivíduo de alta periculosidade”.

Ele é tão influente na sua facção que foi transferido em 2020 para uma penitenciária federal, fora do Rio Grande do Sul, de onde retornou um ano depois. Aí, foi transferido para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc), a mais fortificada do Estado. Lá, Marizan teve recentemente a prisão preventiva decretada (mesmo já estando preso) por falta grave: uso de celular em sua cela, onde estava até o início deste mês.

Em maio, o advogado de Marizan pediu que o cliente fosse transferido para prisão domiciliar. O motivo: precisava fazer uma cirurgia. Devido a um antigo ferimento a bala em uma das pernas, sofria dores e necessitava de cirurgia. Autoridades judiciais concederam a ele o direito de ficar em casa após a operação, “por razões humanitárias”.
Marizan deu como endereço um condomínio de luxo em Capão da Canoa. Por precaução, PMs foram até o local informado. Não localizaram o preso, que sequer tinha informado qual casa ocuparia. Ninguém com o nome dele estava no residencial, conforme relatórios repassados à Justiça, aos quais a coluna teve acesso.

O Ministério Público então pediu, na quinta-feira (27), o fim da prisão domiciliar do líder da facção e o retorno dele à Pasc. Tarde demais. Marizan não foi localizado. Agora, uma operação conjunta de busca foi organizada por Polícia Civil (Delegacia de Capturas) e Brigada Militar.

É apenas mais um dentre vários casos recentes de presos soltos por “razões humanitárias” que aproveitaram para fugir. Em fevereiro, Sandro Alixandro de Paula, o Zoreia, ganhou direito a cumprir a pena em casa, apesar de condenado a 243 anos de prisão. Fugiu e só foi localizado nesta semana, pela Polícia Civil, em Belém (Pará), após passar por Argentina e Paraguai. 

Em 2020, um outro presidiário, condenado a 90 anos por roubos e estupros, foi libertado pelas autoridades judiciais como precaução contra a covid-19 (ele era de um grupo de risco). Em liberdade, ele assaltou, estuprou e espancou uma manicure, conforme relato dela mesma a GZH. Hora de os magistrados olharem com atenção a quem andam libertando.

Após assistir a uma palestra da BM, adolescente procura polícia para relatar abusos do pai adotivo; homem foi preso

Investigação apurou que os estupros teriam se iniciado há cerca de três anos, quando a vítima tinha 11

TIAGO BITENCOURT GZH

Pistola calibre nove milímetros foi apreendida Polícia Civil / Divulgação

Um empresário de 41 anos foi preso preventivamente, na terça-feira (25), por suspeita de ter estuprado a filha adotiva em Canoas, na Região Metropolitana. A vítima de 14 anos procurou a polícia para relatar os abusos após assistir, na escola, a uma palestra da Brigada Militar sobre violência sexual contra crianças e adolescentes. 

A investigação da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas apurou que os abusos se iniciaram quando a menina foi adotada, com 11 anos, e seguiram por três anos, até os dias atuais.

Segundo a apuração, o homem dava presentes e dinheiro para a adolescente para evitar que ela contasse sobre os abusos para alguém.

— Começou logo após a adoção. Ele oferecia recompensas a ela, com dinheiro e itens do desejo dela, e em troca a vítima tinha de satisfazer suas vontades — explica o delegado Maurício Barison, titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.

Na casa do homem, foram cumpridos mandados de busca e apreendida uma pistola 9 milímetros e munição do mesmo calibre. O empresário foi encaminhado ao sistema prisional.

A delegacia investiga, agora, se a mãe adotiva tinha conhecimento dos abusos e se ela era omissa.

O nome do homem não é divulgado para preservar a identidade da vítima, em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Confronto com a BM deixa um criminoso morto e outro preso em Arroio do Sal

Incidente com foragidos de alta periculosidade envolveu efetivo do 4º Batalhão de Polícia de Choque (4º BPChq)

Correio do Povo

Um criminoso morreu e outro foi preso, ambos de alta periculosidade, ao investirem contra policiais militares nessa terça-feira em Arroio do Sal, no Litoral Norte. O incidente envolveu o efetivo do 4º Batalhão de Polícia de Choque (4º BPChq) em uma residência na rua Alcino Pedro Rodrigues.

Os suspeitos, que vestiam roupas camufladas, estavam foragidos da Justiça e tinham vários antecedentes. Eles tinham mandados de prisão ativo expedidos pelo Poder Judiciário de Caxias do Sul, na Serra, por envolvimento em inúmeros homicídios consumados e tentados na cidade.

Ambos são acusados de matar integrantes de facção rival, em especial recentemente nos bairros Diamantino, Vila Amélia e Nossa Senhora de Lourdes. Nesse último caso, os bandidos renderam o porteiro de um prédio e subiram no apartamento na tentativa de matar um rival, fazendo inclusive o uso de uma granada que acabou não detonando.

Após uma ação de inteligência, a tropa do 4ºBPChq descobriu o paradeiro de dois foragidos em uma casa em Arroio do Sal. Ao perceberem a chegada dos policiais militares, os criminosos correram para o interior da casa e um deles, com uma arma de fogo, investiu contra os brigadianos.

No confronto, o indivíduo, de 29 anos, foi baleado e morto. O cúmplice dele, de 20 anos, terminou sendo preso. Houve a apreensão de uma pistola calibre nove milímetros, um revólver calibre 38 e 22 munições, além de um telefone celular e porções de maconha.

Conforme a Brigada Militar, a ação realizada teve o apoio da Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP) de Caxias do Sul através da troca de informações.

Por sua vez, nessa terça-feira, a equipe da DPHPP prendeu um suspeito de ser um dos executores de um homicídio qualificado consumado, que ocorreu no final do mês de fevereiro deste ano em Caxias do Sul. O crime foi cometido como retaliação de uma facção criminosa em relação à vítima por ela fazer tele entrega de drogas não autorizada no bairro Desvio Rizzo, além da existência de uma desavença antiga entre vítima e suspeito oriunda de disputa por ex-namorada.

O acusado utilizava tornozeleira eletrônica e possui antecedentes por tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo, embriaguez ao por volante e posse de entorpecente. 

Houve ainda a apreensão de armas e munições | Foto: BM / Divulgação / CP

Assassino de soldado da Brigada Militar é morto em confronto com o Bope de Santa Catarina

Criminoso foi baleado pelos policiais militares catarinenses na praia do Sonho, em Palhoça

Correio do Povo

Acusado de matar um brigadiano em 2016 em Porto Alegre, o criminoso conhecido como Sorriso foi morto ao confrontar-se na noite dessa terça-feira contra o efetivo do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar de Santa Catarina na cidade de Palhoça. A ocorrência foi registrada na rua Tarumã, na praia do Sonho. Uma pistola calibre nove milímetros foi apreendida. O criminoso, de 39 anos, natural de Laguna, tinha vários antecedentes e era integrante da facção Primeiro Grupo Catarinense (PGC).

Na tarde do dia 4 de julho de 2016, o soldado Luiz Carlos Gomes da Silva Filho, 29 anos, que atuava no setor de inteligência da Brigada Militar, foi morto a tiros na rua Santa Flora, no bairro Cavalhada, na zona Sul de Porto Alegre. O criminoso catarinense, na época foragido, estava com um cúmplice em um Volkswagen Gol, de cor branca, roubado no dia 16 de junho do mesmo ano, que foi abordado pelo policial militar à paisana e que vestia uma camisa vermelha.

Atingido por três tiros disparados pelo bandido catarinense, o brigadiano faleceu durante atendimento médico no Hospital de Pronto Socorro (HPS). Natural de Cachoeira do Sul, Luiz Carlos Gomes da Silva Filho era solteiro. Ele entrou na corporação em 2009 e servia no Quartel General da BM.

Nas buscas, a Brigada Militar localizou depois o Gol abandonado na região. Dois dias depois, o cúmplice, então com 18 anos, foi preso no bairro Cristal. O criminoso catarinense, que fugiu ferido ao ser baleado em uma das pernas pelo brigadiano, seria capturado pela Polícia Militar de Santa Catarina, em agosto de 2016. Na ocasião, ele trafegava em um Gol na BR 101, em Biguaçu. Houve a apreensão de uma pistola calibre nove milímetros e 72 munição.

Em 4 de julho de 2016, o PM Luiz Carlos Gomes da Silva Filho (camisa vermelha) foi executado a tiros na rua Santa Flora, no bairro Cavalhada, em Porto Alegre | Foto: Record TV RS / Especial / CP Memória

Policial militar morre em acidente de trânsito na ERS-128 em Bom Retiro do Sul

Colisão entre motocicleta, pilotada pela vítima, e caminhonete ocorreu na localidade de São João; bafômetro apontou embriaguez do motorista

 Redação Leouve

Um acidente de trânsito na ERS-128, em Bom Retiro do Sul, resultou na morte de um policial militar na manhã deste sábado (22). Sérgio Luiz Kuhn, de 55 anos, estava a caminho do serviço em Lajeado, onde atuava no setor de videomonitoramento da Brigada Militar.

O acidente ocorreu na localidade de São João, por volta das 6h, envolvendo uma Jeep Renegade, e uma motocicleta, pilotada pela vítima. O policial militar não resistiu aos ferimentos, vindo a falecer no local do acidente.

Conforme informações, o condutor do automóvel seguia no sentido em direção a Bom Retiro do Sul, quando teria invadido a pista contrária e colidido frontalmente a motocicleta.

O motorista foi submetido ao teste do etilômetro, que apontou o índice de 0,47 mg/L de álcool por litro de ar expelido, configurando uma situação de embriaguez ao volante. O automóvel pegou fogo após o acidente.

As equipes de resgate do Corpo de Bombeiros, Samu e Brigada Militar, foram acionadas para atender a ocorrência.

*Com informações de Rádio Independente

Criminoso atira em policiais militares e acaba morto em Caxias do Sul

Confronto ocorreu em uma residência no bairro São Cristóvão

Correio do Povo

Um criminoso foi baleado e morto no final da noite dessa sexta-feira ao atirar contra os policiais militares do 12º BPM em Caxias do Sul, na Serra. O confronto ocorreu em uma residência situada na rua Lori Pereira, no bairro São Cristóvão.

De acordo com a Brigada Militar, uma denúncia anônima informava que um indivíduo estava circulando em via pública com uma arma de fogo exposta. O local indicado já registrava diversas queixas de disparos e tráfico de entorpecentes.

O suspeito visualizou a chegada do efetivo do 12º BPM e correu até uma garagem que estava aberta nos fundos de uma casa. Os policiais federais tentaram abordá-lo e foram recebidos a tiros. No revide, o indivíduo foi atingido.

Acionada, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou o óbito. Um revólver calibre 32 foi apreendido. O caso foi encaminhado depois para a Polícia Civil.