Policiais apreenderam uma pistola calibre nove milímetros, uma espingarda calibre 12 e munições
Correio do Povo
Armas foram apreendidas após confronto com os bandidos | Foto: Divulgação / BM
Dois criminosos morreram em confronto com policiais militares no final da noite dessa terça-feira na ERS 389 (Estrada do Mar), em Torres, no Litoral Norte. Houve a apreensão de uma pistola calibre nove milímetros com nove munições e de uma espingarda calibre 12, com duas munições, além de dois telefones celulares.
Momentos antes, a dupla de suspeitos havia tentado executar a tiros um homem, de 40 anos, foi atingido por disparos de arma de fogo, dentro da residência no bairro São Jorge. A vítima ficou ferida e foi hospitalizada. Após o crime, os indivíduos fugiram em uma motocicleta, de cor preta, em direção ao bairro Itapeva.
Acionada, a Força Tática do 2º Batalhão de Policiamento de Áreas Turísticas (2º BPAT) realizou buscas em toda a região. A moto foi finalmente avistada na rodovia e ocorreu então uma perseguição, seguida de um confronto armado. Os dois criminosos foram baleados, sendo socorridos. Eles acabaram morrendo devido aos graves ferimentos.
Decisão judicial que manda revogar prisão de homem que baleou uma agente da Polícia Civil na cabeça revolta policiais
HUMBERTO TREZZI GZH
Policiais civis e militares do Rio Grande do Sul estão em pé de guerra com a Justiça, em Rio Grande (Sul do Estado). Falam em acampar diante do fórum. O motivo é que um homem que disparou um tiro no rosto de uma agente da Polícia Civil, naquela cidade, teve a ordem de prisão revogada pela Justiça. A magistrada encarregada de analisar o caso considera que ele não teve intenção de matar, apenas resistiu à abordagem policial.
Não teve a intenção, mas o fato é que quase matou. A policial civil está com sequelas físicas e emocionais causadas pelo disparo, pois o projétil atingiu seu cérebro. O autor do tiro está preso por outros motivos, mas não ficaria atrás das grades, a depender da vontade da juíza que analisou o episódio.
As razões da revolta dos policiais gaúchos em relação ao caso são bastante compreensíveis. Vamos recordar como costumam ser enquadrados os casos em que uma pessoa dispara contra a outra: dolo (agiu com intenção); culpa (agiu de forma negligente ou imprudente, mas causou o dano); dolo eventual (mesmo sem intenção, sabia o que fazia e assumiu os riscos de matar).
Para mim – e para os policiais que espalharam uma corrente de mensagens indignadas por WhatsApp e Telegram -, o suspeito de tráfico que atirou na agente da Polícia Civil sabia exatamente o que fazia quando apertou o gatilho. Ele disparou, mesmo ciente de que poderia ferir alguém (como feriu). Ele alega, em sua defesa, que imaginava se tratarem de inimigos seus. Ora, convenhamos… Não é porque você cultiva inimigos que tem o direito de disparar contra alguém que bate na sua porta e, ainda por cima, informa que é policial.
A desconfiança do atirador de que pudessem ser inimigos disfarçados de policiais não justifica que tenha disparado contra estranhos. Mais grave do que isso é o fato de que ele atingiu gravemente a policial, inviabilizando o retorno dela à profissão (até agora, pelo menos).
Anos atrás, ocorreu um fato muito semelhante em Gravataí. Policiais civis foram recebidos a tiros por uma quadrilha, num conjunto residencial. Os bandidos desconfiaram de que a abordagem era feita por inimigos deles e dispararam através da porta, matando na hora um agente. Ele morreu nos braços da mulher, que também é policial civil e estava na mesma operação.
Só que a decisão judicial referente àquele caso foi bem diferente do episódio registrado em Rio Grande. Em Gravataí, o homem que fez o disparo fatal contra o policial civil foi condenado, pelo júri popular, a 80 anos de reclusão. Os demais integrantes da quadrilha, mesmo sem ter apertado gatilhos, receberam penas entre 19 e 21 anos de reclusão.
Será mesmo que a Justiça, no caso de Rio Grande, está sintonizada com os anseios da comunidade pela segurança dos que atuam no combate ao crime?
Decisão é de 28 de abril, mas gerou repercussão e indignação por parte de integrantes da Polícia Civil nesta sexta-feira (23); MP-RS afirma que já recorreu
BRUNA VIESSERI GZH
Ação em que policial civil foi baleada na cabeça ocorreu em abril de 2022, em Rio Grande
Ian Tâmbara / Agência RBS
Uma decisão da Justiça gaúcha revogou a prisão preventiva de Anderson Fernandes Lemos, 40 anos, homem que baleou uma policial civil com um tiro na cabeça em abril do ano passado, durante uma operação em Rio Grande, no sul do Estado. Na ocasião, Laline Almeida Larratea, 36 anos, foi atingida enquanto participava de uma ação de combate ao tráfico de drogas, em que Lemos era um dos alvos. Na decisão da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Grande, a juíza Paula Cardoso Esteves entende que não houve intenção, por parte do réu, de matar a servidora, apenas resistência à abordagem.
A decisão é de 28 de abril deste ano, mas gerou repercussão e indignação por parte de integrantes da Polícia Civil nesta sexta-feira (23). O Ministério Público do Estado (MP-RS) afirmou que já recorreu da decisão — na denúncia, a instituição acusou o réu por seis tentativas de homicídio, contra Laline e demais policiais.
Apesar de ter sido solto neste processo, o homem segue preso por envolvimento em outros crimes, segundo a Polícia Civil.
No entendimento da juíza, a ação do réu caracteriza resistência. Na ocasião, as equipes da polícia foram até a casa do homem para cumprir mandado de prisão contra ele e de busca e apreensão em sua residência. Ao perceber que um grupo de pessoas adentrava a residência, o réu passou a atirar.
Em depoimento no processo, ele admitiu que efetuou disparos, mas disse que não percebeu que se tratavam de policiais. Sustentou que vinha recebendo ameaças de um grupo criminoso da região, que tentaria tomar sua casa, e por isso revidou.
“Não se olvida, evidentemente, a lamentável gravidade do resultado ocorrido no caso em concreto, em que a policial Laline restou gravemente ferida ante a resistência do acusado. Tal, entrementes, não pode justificar o indevido alargamento/desvirtuamento da figura do dolo eventual; assim, em prestígio à lei processual, que estabelece o procedimento bifásico do Tribunal do Júri, a decisão do juiz togado deve servir como filtro ao excesso acusatório, de modo a impedir a submissão a julgamento popular dos casos em que inexistam elementos a sustentar a prática do crime doloso contra a vida”, pontua a juíza.
Dessa forma, o réu não foi submetido a júri pela magistrada, onde são julgados crimes dolosos contra a vida, sejam tentados ou consumados. Assim, ele passa a responder por resistência.
“Não há, à vista disso, e pelas razões expostas, como submeter ao plenário popular a hipótese ora analisada, tendo em vista a manifesta insuficiência de elementos a indicarem que o réu, ao efetuar disparos de arma de fogo contra os agentes públicos, tenha agido com o dolo de matá-los e não de apenas resistir à abordagem”, finaliza, revogando a prisão preventiva.
Por outro lado, a Polícia Civil sustenta que as equipes que realizaram a ação seguiram o protocolo previsto para abordagens do tipo: estavam identificadas, com coletes e viaturas, ao chegarem à casa do réu, e deram comando de voz anunciando a entrada de policiais.
Procurado pela reportagem, o Tribunal de Justiça do Estado (TJ-RS) se manifestou em nota sobre a determinação. “A decisão foi fundamentada no entendimento de que, no caso, não foram apresentados elementos a sustentar a prática de crime doloso contra a vida, a ponto de autorizar a submissão do feito ao júri popular. E com o novo enquadramento penal para este fato, a pena prevista não justificaria a manutenção da prisão.”
O TJ-RS pontua ainda que houve recurso da decisão por parte do MP, e que o processo poderá ser apreciado por desembargadores do tribunal, “de acordo com os trâmites legais”.
“Indignação e tristeza”
A decisão por desclassificar o crime para um delito de menor potencial ofensivo foi recebida com preocupação, revolta e tristeza por policiais civis gaúchos e forças de segurança do Estado.
O chefe da Polícia Civil, delegado Fernando Sodré, afirma que respeita a decisão da Justiça, mas que ela pode abrir precedentes que colocam em risco a vida de policiais. O caso precisa ser “melhor analisado”, afirma.
— Esse entendimento nos preocupa porque desconsidera uma ação violenta contra policiais que estão em exercício de seu trabalho. Significa um risco à vida dos agentes, e até mesmo ao combate ao crime. Se esse entendimento se fortalecer, teremos sérios problemas ao trabalho da polícia e à vida dos servidores. Claramente a pessoa que efetua disparos está, no mínimo, assumindo um risco de matar, o que leva a, no mínimo, um dolo eventual — pontua Sodré.
À frente da pasta de Segurança Pública do Estado (SSP/RS), o secretário Sandro Caron também se manifestou, por meio de nota:
“Respeitamos a autonomia do Poder Judiciário, contudo consideramos esta decisão preocupante, uma vez que houve um claro atentado à vida dos policiais que cumpriam uma ordem judicial em Rio Grande. Inclusive, durante a ação, uma policial civil foi baleada na cabeça. Reiteramos que todo atentado contra a vida de um policial também é um atentado contra o Estado”.
Após ser baleada, Laline passou cerca de um mês internada em um hospital, 15 deles na UTI, e chegou a entrar em coma. Segundo a Polícia Civil, o disparo atingiu uma parte do cérebro que é responsável por processar memórias e sentimentos. Em depoimento no processo, a policial contou que perdeu memórias, inclusive experiências vividas com a filha, de três anos. Em razão disso, relata que se afastou “bastante” da criança e do marido, também policial civil — o companheiro também atuava na operação no dia em que a vítima foi baleada, mas cumpria ordens judiciais em outro local do município.
Por decisão médica e da família, a policial não retomou as atividades, segundo a PC.
Decisão gera “insegurança”, diz Ministério Público
O Ministério Público do Estado afirmou que entrou com recurso contra a decisão, na tentativa de fazer com que o réu responda pelas seis tentativas de crime doloso contra a vida, conforme foi denunciado, no Tribunal do Júri.
O coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias do Tribunal do Júri, Marcelo Tubino, diz que o MP respeita a decisão, mas a instituição que “discorda veementemente por ter convicção de que houve dolo nas tentativas de homicídio”.
Em relação a Laline, o MP destacou que a policial lida com “sequelas neurológicas fazendo com que siga afastada do trabalho e trazem grande sofrimento a ela, família, amigos e colegas policiais”.
“A insegurança gerada pela presente decisão, que coloca em risco não só os agentes da Segurança Pública como o próprio Sistema de Persecução Penal, é motivo de preocupação do MP”, disse Tubino em nota.
O texto também manifesta solidariedade aos policiais civis.
Contraponto
A reportagem tenta contato com a advogada Julieth Gonçalves dos Santos, que atende Lemos, mas não obteve retorno até o momento.
Dois “jovens”, suspeitos de homicídio, são mortos durante perseguição policial em Guaporé ( Este é o titulo original da matéria, mas como policiais não conseguimos chamar criminosos de jovens, alteramos o nosso)
Segundo o 4º Batalhão de Polícia de Choque da BM, dupla disparou contra os policiais em tentativa de fuga
PIONEIRO
Segundo a polícia, dupla suspeita de cometer o crime tripulava uma motocicleta e disparou contra os policiais em tentativa de fuga
Divulgação / 4º Batalhão de Choque da Brigada Militar
Dois jovens (JCB leia-se: criminosos), de 19 e 21 anos e que não tiveram o nome divulgado, foram mortos na madrugada desta quinta-feira (15) após fugirem do encontro com a polícia e efetuarem disparos contra a equipe. A abordagem ocorreu pouco depois da 1h, às margens da RS-129, em Serafina Corrêa, após a informação de que dois homens tripulando uma motocicleta seriam os suspeitos de um homicídio cometido em Guaporé. Este crime ocorreu cinco minutos antes da 1h, na Rua Salgado Filho, no bairro São José. A vítima foi identificada comoJuliano Rodrigues da Silva, 36 anos.
Conforme a Brigada Militar, Rodrigues tinha antecedentes criminais por ameaça, furto, receptação, atentado ao pudor, lesão corporal e crimes contra a fauna.
— A informação que temos até o momento é de que Rodrigues estava em casa e saiu para falar com esses dois indivíduos que efetuaram pelo menos cinco disparos contra ele. Tudo indica que foi uma execução e que os suspeitos são esses que foram mortos em confronto com a Brigada Militar — afirmou o delegado Tiago Albuquerque, titular da Delegacia de Polícia de Guaporé, que esteve no local do crime e aguarda resultado de perícia referente às três mortes.
Os suspeitos localizados em Serafina Corrêa tripulavam uma motocicleta modelo Factor que estava em situação de furto ou roubo registrado em maio, em Bento Gonçalves. Ainda segundo o 4°BPChq, ambos suspeitos estavam armados. Durante a fuga de abordagem, o caroneiro efetuou disparos contra os agentes, que revidaram e, na sequência, o outro suspeito tentou fugir em direção a um matagal às margens da rodovia, também disparando contra os policiais, sendo também morto pela polícia. Foram apreendidas uma pistola calibre .380 e um revólver calibre .38.
O jovem de 21 anos era natural de Bento Gonçalves e tinha antecedentes criminais por porte de arma e homicídio, segundo a BM. O outro suspeito, de 19 anos, era natural de Vanini.
Quatro pessoas que estavam no veículo ficaram feridas na colisão
ZH PASSO FUNDO
Com a batida, a viatura tombou ao lado da pista
Corpo de Bombeiros de Soledade / Divulgação
Um acidente na tarde desta terça-feira (13) envolveu um caminhão e uma viatura da Polícia Penal na BR-386, em São José do Herval, no norte do RS. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu no km 278 da rodovia, por volta das 16h.
Com a batida, a viatura tombou e saiu da pista. Quatro agentes da Polícia Penal ficaram feridos e foram encaminhados ao Hospital Frei Clemente de Soledade.
Segundo o Corpo de Bombeiros, que também atendeu a ocorrência, dois estão em estado grave e dois em estado regular. Não havia presos no interior da viatura no momento do acidente. O trânsito no local não chegou a ser interrompido.
De acordo com a Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), os agentes chegaram a ser transferidos para atendimentos em Porto Alegre, mas na manhã de quarta-feira (14) foram liberados.
Em nota, a Susepe informou que os agentes tiveram todo o acompanhamento desde o momento do acidente até a transferência para a capital e posterior liberação.
Vítima fatal se envolveu em uma colisão com um carro, por volta das 19 horas
Por REDACAO PORTAL GAZ
Um jovem de 23 anos morreu em grave acidente ocorrido na noite desse domingo, 11, na RSC-287. A vítima era condutora de uma moto que se envolveu em uma colisão com um carro no trecho de Vale do Sol, por volta das 19 horas
Conforme informações da Brigada Militar, a vítima era policial da instituição e atuava em Vale do Sol. Ele foi identificado como Santo Expedito Folgiarini. Outros detalhes sobre o fato não foram divulgados.
A Brigada Militar se manifestou em nota de pesar pelo falecimento. Confira o texto na íntegra:
NOTA DE PESAR
A Brigada Militar comunica, com imenso pesar, o falecimento do soldado Santo Expedito Folgiarini, em decorrência de acidente de trânsito, ocorrido hoje, 11/06.
O soldado FOLGIARINI incluiu nas fileiras da BM em 2021 e estava lotado no 23°BPM, no município de Vale do Sol. O militar tinha 23 anos de idade, era solteiro e não deixa filhos.
O horário e local dos atos fúnebres serão informados posteriormente.
Os oficiais, praças e servidores civis da Brigada Militar se solidarizam com familiares e amigos do soldado FOLGIARINI, nesse momento de dor.
A Brigada Militar realizou a apreensão de 858 quilos de maconha na manhã desta quarta-feira (7/6). A ação foi realizada no bairro Sarandi, na Zona Norte de Porto Alegre, por meio de policiais militares do 20º Batalhão de Polícia Militar (20º BPM).
A ação começou após denúncia realizada por uma proprietária de um pavilhão. Ela havia sido informada por vizinhos de que o local havia sido arrombado. Ao realizarem a averiguação no endereço informado, os policiais militares encontraram quatro veículos. No interior dos automóveis, estavam distribuídas as drogas, em 1531 tijolos de maconha
Ele e três cúmplices tentaram roubar o veículo do soldado do 3º BPM no bairro Ideal
Correio do Povo
Quadrilha bateu o carro contra um poste na esquina da Rua Tabajara com a Rua Vereador Adão Rodrigues de Oliveira
Brigada Militar / Divulgação
Um criminoso morreu em confronto com um policial militar na noite dessa segunda-feira em Novo Hamburgo, na região do Vale do Rio dos Sinos. Ele e três cúmplices tentaram roubar o Chevrolet Zafira do soldado do 3º BPM, que estava de folga e à paisana, na esquina das ruas Vereador Adão Rodrigues de Oliveira e Tabajaras, no bairro Ideal.
Os bandidos estavam em um Ford Ka, com placas clonadas e roubado no dia 27 de maio passado na BR 448, em Sapucaia do Sul. Eles efetuaram uma série de assaltos. Na fuga, o carro chocou-se contra um poste no local. Eles pretendiam levar o veículo do policial militar que passava no trecho.
Na troca de tiros, um dos suspeitos, de 22 anos, com antecedentes criminais, foi baleado e tombou sem vida. Ele portava uma pistola calibre 22 com carregador e sete munições ainda intactas. Os outros três indivíduos fugiram.
Nas buscas, o efetivo do 3º BPM deteve um adolescente, de 17 anos, por desconfiarem que está envolvido no crime. Ele foi preso na rua Augusto Pestana, no bairro Industrial. O menor de idade foi encaminhado à Polícia Civil.
Na madruga deste domingo (04/6), uma equipe da Força Tática do 12° Batalhão de Polícia Militar efetuou a prisão de um homem por tráfico de entorpecentes, no bairro Pedancino
Durante patrulhamento tático motorizado, foi visualizado pelos policiais um veículo Peugeot 207, próximo a ERS 122, o qual estava com os faróis apagados.
Em abordagem, foi identificado um homem com idade de 34 anos, sendo localizados na revista veicular, aproximadamente 150kg de maconha e um aparelho celular.
Diante do fato, o homem foi apresentado na delegacia de polícia, juntamente com o material apreendido, para os demais atos de polícia judiciária.
Em diligências deflagradas pela Brigada Militar em Charqueadas, na Região Carbonífera, neste sábado (3) foram presos dois homens e apreendidas 15 armas de fogo; 14 armas curtas de diversos calibres, além de um fuzil calibre .556. Ainda foram encontradas munições e cheques totalizando R$32.590.
A prisão e as apreensões foram realizadas no fim da tarde deste sábado. O veículo trafegava em alta velocidade, não obedecendo, por diversas vezes, as ordens de parada dos policiais militares. Em seguida, foi possível a abordagem.
Segundo o Major César Vinicius Boeira, Comandante do 28º Batalhão de Polícia Militar, o Comando tem atuado de forma eficaz em todos os municípios de sua responsabilidade, destacando-se atividade de Polícia Ostensiva, atendimento de emergência, Força Tática, Patrulha Rural, Patrulha Maria da Penha, Patrulha Escolar, Patrulha Complexo Prisional.
— Estamos atuando em diversas frentes para garantir a segurança da população, e informamos que cada ocorrência bem atendida é uma motivação a mais para atuarmos com excelência. Ressalta que a prisão é resultado do trabalho incansável desempenhado entre a Força Tática e a Agência de Inteligência Local do 28º BPM, que estiveram envolvidos na atividade.
Os dois suspeitos foram presos em flagrante, e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Charqueadas.
📝Comunicação Social CRPO Centro-Sul Texto Sd Luciana